Rudson de Souza Publisher do OBemdito

Mulher em surto mobiliza PM e Siate na Rua Frei Caneca, em Umuarama

Equipes da PM e do Siate atenderam ocorrência envolvendo mulher em surto na Rua Frei Caneca, em Umuarama (Foto Danilo Martins/O)Bemdito)
Mulher em surto mobiliza PM e Siate na Rua Frei Caneca, em Umuarama
Rudson de Souza - OBemdito
Publicado em 18 de fevereiro de 2026 às 17h13 - Modificado em 18 de fevereiro de 2026 às 17h14

Uma mulher de 38 anos mobilizou equipes de emergência na tarde desta quarta-feira (18), na Rua Frei Caneca, em Umuarama.

A reportagem do OBemdito apurou que a mulher, que teria diagnóstico de esquizofrenia, estaria em surto no momento da ocorrência.

A situação exigiu a presença da Polícia Militar do Paraná e do Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate), do Corpo de Bombeiros.

As equipes realizaram o atendimento no local e prestaram o suporte necessário. Após os primeiros procedimentos, a mulher foi encaminhada ao Pronto Atendimento Médico (PA) para avaliação e cuidados médicos.

Segundo informado, a família deverá buscar internamento especializado em hospital para dar continuidade ao acompanhamento da paciente.

Esquizofrenia

A esquizofrenia é um transtorno mental complexo e crônico que afeta a forma como uma pessoa pensa, sente e se comporta. Longe de ser uma “personalidade dividida”, como o senso comum muitas vezes acredita, ela se caracteriza por uma desconexão com a realidade, conhecida como psicose.

Os sintomas são variados e podem incluir delírios (crenças fixas e falsas, como achar que está sendo perseguido), alucinações (ver ou ouvir coisas que não existem, sendo as vozes as mais comuns).

O início dos sintomas ocorre tipicamente no final da adolescência ou início da idade adulta, um período crítico de desenvolvimento pessoal e social.

As causas exatas da esquizofrenia ainda não são totalmente compreendidas, mas acredita-se que seja o resultado de uma combinação complexa de fatores genéticos, biológicos e ambientais.

Pessoas com histórico familiar da doença têm um risco maior, mas isso não significa que a herança genética seja o único fator determinante.

O tratamento da esquizofrenia é fundamental e deve ser contínuo, geralmente por toda a vida, envolvendo uma combinação de medicamentos antipsicóticos e intervenções psicossociais.

Com o tratamento adequado e uma rede de apoio sólida, muitas pessoas com esquizofrenia conseguem levar uma vida produtiva e gratificante, aprendendo a manejar seus sintomas e a perseguir seus objetivos. 

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