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Morte em represa de Mariluz não tinha sinais aparentes de violência, diz PCPR

Viatura da Polícia Civil.
Foto: PCPR
Morte em represa de Mariluz não tinha sinais aparentes de violência, diz PCPR
Luiz Fernando - OBemdito
Publicado em 7 de julho de 2026 às 16h09 - Modificado em 7 de julho de 2026 às 16h09

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) informou que a análise preliminar realizada no caso do homem encontrado morto em uma represa na zona rural de Mariluz não identificou sinais aparentes de violência externa. Com isso, a principal hipótese é de que Reginaldo Francisco dos Santos, de 51 anos, tenha morrido em um afogamento de natureza acidental.

O corpo foi localizado na manhã de segunda-feira (6), em um açude de uma propriedade rural na Estrada do Gavião. Conforme divulgado anteriormente, a vítima estava desaparecida desde a noite de domingo (5).

Reginaldo Francisco dos Santos.
Foto: Reprodução/Goionews

Corpo estava preso a uma rede de pesca

De acordo com a nota divulgada pela Polícia Civil, o corpo foi encontrado por testemunhas preso a uma rede de pesca. Nas proximidades, os investigadores localizaram o veículo pertencente à vítima.

A dinâmica observada no local reforça a hipótese já levantada inicialmente de que Reginaldo estaria pescando quando acabou se enroscando na rede, caiu na água e não conseguiu se desvencilhar.

Cena de corpo encontrado em represa na região de Mariluz.
Foto: Goionews

Exames vão confirmar a causa da morte

A Polícia Científica e o Instituto Médico-Legal (IML) de Umuarama realizaram a perícia no local e recolheram o corpo para os exames de necropsia, que deverão confirmar oficialmente a causa da morte.

Embora a análise inicial não tenha identificado indícios de violência, a Polícia Civil informou que o caso continua sendo investigado até a conclusão dos laudos periciais.

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