Alex Nascimento Publisher do OBemdito

Apafibro comemora Dia Nacional da Fibromialgia em sede reestruturada em Umuarama

Encontro reuniu convidados com café da tarde, serviços gratuitos e ações de conscientização sobre a doença - Foto: assessoria Apafibro
Apafibro comemora Dia Nacional da Fibromialgia em sede reestruturada em Umuarama
Alex Nascimento - OBemdito
Publicado em 12 de maio de 2026 às 11h32 - Modificado em 12 de maio de 2026 às 11h32

O dia 12 de maio foi instituido como o Dia Nacional de Conscientização e Enfrentamento da Fibromialgia no Brasil, conforme a Lei 14.233/2021. Para marcar a data, a Apafibro promoveu um encontro na tarde de segunda-feira (11) em sua sede reestruturada em Umuarama.

O espaço passou por reorganização completa e agora conta com salas equipadas para atendimento e terapias ocupacionais. O evento reuniu cerca de 30 pessoas.

A programação incluiu café da tarde e ações de acolhimento aos participantes. Também houve cortes de cabelo gratuitos, realizados pela profissional Maristela de Azevedo, do salão Magestic Hair.

A presidente da Apafibro, Suely Gentil Sucupira, afirmou que a entidade enfrentou desafios desde sua criação. Ela destacou que a pandemia atrasou parte do desenvolvimento, mas o grupo conseguiu retomar as atividades.

“Hoje temos nossa sede montada com mesas, computador, ar condicionado em todas as salas, máquinas para terapias ocupacionais, só falta a presença dos pacientes”, afirmou.

O vice-presidente da Apafibro, Jones Vivi, também participou do encontro. Ele relembrou o início da associação e destacou a importância da retomada do trabalho.

“No ano passado fui convidado para fazer parte desta gestão e fiquei muito feliz porque conheço bem essa luta e a dor de quem tem esses sintomas”, afirmou.

O evento terminou com rodas de conversa e integração entre os participantes. Muitas mulheres aproveitaram a ação social para cuidar da autoestima.

A fibromialgia é uma síndrome clínica caracterizada por dor muscular generalizada e crônica. A doença também provoca fadiga intensa e sono não reparador.

Estudos indicam que a condição afeta entre 2% e 3% da população brasileira. A maior parte dos casos ocorre em mulheres entre 30 e 50 anos.

O diagnóstico é clínico e realizado por reumatologistas. Não há exames laboratoriais ou de imagem que confirmem a fibromialgia, apenas testes para excluir outras doenças.

Rodas de conversa e integração entre os participantes – Foto: assessoria Apafibro

Com informações: assessoria Apafibro

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