Mulher de 52 anos procura pais biológicos e familiares em Umuarama
Uma busca silenciosa, marcada por lacunas e poucas pistas, mobiliza a moradora de Cruzeiro do Oeste Sueli Bastida, de 52 anos. Natural de Umuarama, ela procura pelos pais biológicos e por familiares que possam ajudá-la a reconstruir a própria origem. Nesta semana, Sueli entrou em contato com a reportagem do OBemdito na tentativa de ampliar o alcance da procura.
Segundo relata, Sueli nasceu em 24 de dezembro de 1973, no Hospital Umuarama, instituição que já não existe mais. Ainda bebê, com cerca de sete meses de vida, foi encaminhada para um orfanato e, posteriormente, adotada por uma família de Cruzeiro do Oeste, onde construiu toda a sua vida.
As informações disponíveis sobre o período da adoção são escassas. De acordo com Sueli, a mãe adotiva faleceu sem deixar detalhes sobre a origem biológica da filha. Documentos que poderiam ajudar na investigação também se perderam em um incêndio que destruiu o orfanato por onde ela passou, dificultando ainda mais o acesso a registros oficiais.
Até o momento, a única referência localizada é o nome de Arlindo Agenor Alencar, motorista de ônibus em São José dos Pinhais (PR) e que teria sido testemunha no processo de adoção. Fora essa informação, não há registros adicionais que indiquem parentes, sobrenomes ou endereços ligados à família biológica.
Sueli afirma que a iniciativa de tornar pública a busca surge do desejo de conhecer suas origens e, se possível, estabelecer contato com familiares. Ela destaca que compreende as limitações do tempo e da falta de documentos, mas acredita que a divulgação pode ajudar a alcançar alguém que reconheça a história.
Quem tiver qualquer informação que possa contribuir com a identificação dos pais biológicos ou familiares pode entrar em contato pelo telefone (44) 99952-5136.





