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Rudson de Souza Publisher do OBemdito

Chuvas complicam operação de buscas por jovem desaparecido no Rio Ivaí, em Douradina

Chuvas complicam operação de buscas por jovem desaparecido no Rio Ivaí, em Douradina
Rudson de Souza - OBemdito
Publicado em 25 de julho de 2026 às 12h56 - Modificado em 25 de julho de 2026 às 13h55

As buscas por Alexandro Ferreira do Nascimento, de 22 anos, entraram no quinto dia neste sábado (25). O jovem desapareceu após se afogar no Rio Ivaí, em Douradina, e, até o início da tarde, o Corpo de Bombeiros seguia mobilizado na operação, que agora se concentra em buscas de superfície.

Em atualização divulgada neste sábado, a tenente Marinez Petters Imoto, da 2ª Companhia do Corpo de Bombeiros de Umuarama, informou que as equipes deixaram de utilizar mergulhadores. Segundo ela, a decisão foi tomada por questões de segurança e porque a área já foi completamente vistoriada por esse tipo de operação.

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“As buscas estão em superfície. Com mergulhadores, elas já foram suspensas por questões de segurança e também porque a área já foi varrida. Não é adequado o uso de mergulhadores neste momento”, explicou a oficial.

As equipes seguem percorrendo o rio com embarcações e contam também com o apoio de uma aeronave nas buscas aéreas. Conforme a tenente, a área monitorada tem cerca de 100 quilômetros de extensão.

Outro desafio enfrentado pelos bombeiros é a mudança nas condições do rio provocada pelas chuvas registradas nos últimos dias.

“A chuva afeta a correnteza da água e ela fica mais turva, o que dificulta um pouco os trabalhos. Mas continuamos ainda nas buscas”, afirmou Imoto.

Relembre o caso

Alexandro Ferreira do Nascimento, morador de Douradina, desapareceu na manhã de terça-feira (21), após entrar no Rio Ivaí para tentar recuperar uma embarcação que estava à deriva, nas proximidades da rampa náutica do município.

De acordo com testemunhas, Alexandro entrou no rio para tentar alcançar a embarcação, mas acabou sendo arrastado pela força da correnteza. Em poucos instantes, ele submergiu e não foi mais visto, dando início às buscas realizadas pelo Corpo de Bombeiros.

Familiares, amigos e pescadores acompanham desde então o trabalho das equipes de resgate. Na quinta-feira (23), a prima de Alexandro, Maria Gabriella Motta Ferreira, relatou a angústia da família diante da demora para localizar o jovem.

(As informações e imagens são do Corpo de Bombeiro Militar do Paraná)

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