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Lula repudia ataque a tiros em evento com Donald Trump nos Estados Unidos

Foto: Ricardo Stuckert/PR
Lula repudia ataque a tiros em evento com Donald Trump nos Estados Unidos
Alex Nascimento - OBemdito
Publicado em 26 de abril de 2026 às 16h16 - Modificado em 26 de abril de 2026 às 16h16

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva repudiou neste domingo, 26, o ataque a tiros ocorrido durante evento com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A manifestação foi publicada nas redes sociais.

Na nota, Lula declarou solidariedade ao líder norte-americano e aos participantes do evento. “Minha solidariedade ao presidente Donald Trump, à primeira-dama Melania Trump e a todos os presentes no jantar com correspondentes em Washington.”

O presidente brasileiro também condenou o episódio. “O Brasil repudia veementemente o ataque de ontem à noite”, afirmou. Em seguida, reforçou a posição sobre o tema. “A violência política é uma afronta aos valores democráticos que todos devemos proteger.”

O ataque ocorreu no sábado, 25, durante um jantar com jornalistas que cobrem a Casa Branca, em Washington. Disparos foram ouvidos nas imediações do hotel onde acontecia o evento.

O Serviço Secreto dos Estados Unidos retirou rapidamente Trump e a primeira-dama Melania Trump do local. Ambos foram levados para uma área segura, assim como outras autoridades presentes.

O suspeito foi preso após o ataque, mas ainda não teve a identidade divulgada. Segundo informações, ele atirou contra um agente do Serviço Secreto, que não se feriu por usar colete à prova de balas.

Testemunhas relataram ainda a ocorrência de explosões nas proximidades do hotel. O evento também contava com a presença do vice-presidente J.D. Vance e do secretário de Estado Marco Rubio, que foram retirados em segurança.

Após o episódio, Trump concedeu entrevista coletiva na Casa Branca. Ele classificou o autor como um “lobo solitário”. O termo é usado para descrever criminosos que atuam sozinhos.

O Serviço Secreto não divulgou mais detalhes sobre o suspeito. O caso segue sob investigação pelas autoridades norte-americanas.

Com informações: Agência Brasil

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