Galpões da Cooperuma serão reestruturados com recursos do Ministério Público do Trabalho
O Ministério Público do Trabalho do Paraná (MPT-PR) está destinando recursos para a reestruturação da Cooperuma. O prefeito Fernando Scanavaca confirmou a informação nesta semana e anunciou que o valor é de aproximadamente R$ 1,5 milhão. A cooperativa reúne trabalhadores do ramo da reciclagem em Umuarama.
Conforme o procurador do MPT-PR na cidade, André Melati, o objetivo é colaborar com o município para promover melhores condições de trabalho. Bem como, para o fortalecimento institucional e ampliação da inclusão socioprodutiva dos catadores.
Na última terça-feira (3), o prefeito Scanavaca e os secretários municipais de Obras, Renato Caobianco, e de Meio Ambiente, Cláudio Marconi, receberam integrantes do MPT-PR na Prefeitura. Participaram da reunião os procuradores André Vinícius Melatti e Diego Jimenez Gomes, de Umuarama, e o procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho no Paraná, Iros Reichmann Losso.
O encontro serviu para apresentar os projetos arquitetônicos e demais estudos técnicos para a reestruturação física e operacional da Cooperuma. A sede funciona junto ao Aterro Sanitário Municipal. Os projetos também contemplam melhorias estruturais, funcionais e de segurança.
“Além de agradecermos essa importante parceria, informamos aos procuradores que o município já iniciou os procedimentos administrativos necessários para a abertura do processo licitatório. Este é destinado à execução das obras e intervenções previstas nos projetos”, informou o prefeito. Ele destacou o alinhamento institucional e comprometimento da administração municipal com a efetiva implementação do investimento.

Políticas públicas
Segundo Scanavaca, a iniciativa integra as políticas públicas municipais voltadas à gestão adequada dos resíduos sólidos e fortalecimento da coleta seletiva. Além disso, promove a valorização dos profissionais da reciclagem que atuam na Cooperuma e a sustentabilidade ambiental.
“Tudo isso contribui para o desenvolvimento social, econômico e ambiental do município, além de nos auxiliar na manutenção e no aproveitamento racional do aterro sanitário. Ainda hoje, infelizmente, muito material reciclável acaba descartado pela população junto ao lixo orgânico”, completou.
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(Informações: Assessoria PMU)





