Rudson de Souza Publisher do OBemdito

PC prende homem suspeito de furtar 310 litros de diesel da Prefeitura de Tapejara

PC prende homem suspeito de furtar 310 litros de diesel da Prefeitura de Tapejara
Rudson de Souza - OBemdito
Publicado em 22 de abril de 2025 às 18h29 - Modificado em 22 de abril de 2025 às 22h47

A Polícia Civil do Paraná, em operação conjunta com a Força Nacional, prendeu preventivamente na tarde desta terça-feira (22) um homem de 31 anos investigado por uma série de furtos de combustível do município de Tapejara.

O mandado foi cumprido pela 17ª Delegacia Regional de Cruzeiro do Oeste. Segundo as investigações, o suspeito teria subtraído aproximadamente 310 litros de óleo diesel da frota municipal entre dezembro de 2024 e março deste ano.

Os furtos foram registrados em cinco ocorrências:

  • 13/12/2024: 100 litros
  • 17/12/2024: 70 litros
  • 18/12/2024: 30 litros
  • 11/01/2025: 50 litros
  • 20/03/2025: 60 litros

De acordo com a polícia, o suspeito agia com o mesmo método em todas as ações, caracterizando reiteração criminosa. A investigação aponta que os recursos desviados prejudicavam serviços públicos essenciais.

“Crimes contra o patrimônio público afetam toda a sociedade. Esta prisão reforça nosso compromisso com a responsabilização de infratores e a proteção dos recursos coletivos”, destacou a Polícia Civil, em nota.

O caso segue sob investigação para apurar possíveis envolvidos. O preso foi encaminhado ao sistema prisional e não foi divulgado se ele pode ser um funcionário da prefeitura.

O furto de diesel de órgãos ou entidades públicas, também chamado de furto de combustível público, é uma prática ilegal e infelizmente recorrente em diversas partes do Brasil.

Ele afeta especialmente em setores que operam grandes frotas de veículos ou máquinas, como prefeituras, secretarias de obras, transporte escolar, saúde, empresas estatais e até forças de segurança.

Esse tipo de crime envolve o desvio de óleo diesel que deveria ser utilizado exclusivamente em veículos ou equipamentos públicos, mas que é ilegalmente retirado para uso particular ou até para venda clandestina, que rende mais lucratividade para os criminosos.

Pode ocorrer de forma direta, com o próprio funcionário desviando o combustível, ou indireta, com a participação de terceiros, como frentistas ou empresas fornecedoras em esquemas fraudulentos.

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