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Passagem de veículos é liberada na ponte do bairro São Cristóvão

A capa asfáltica ainda não foi colocada, mas a passagem de veículos está normalizada durante um período de acomodação da base

O aterro da ponte cedeu durante um período de chuvas, que costumam elevar o nível do córrego e acelerar a erosão. Os reparos foram iniciados pela base
O aterro da ponte cedeu durante um período de chuvas, que costumam elevar o nível do córrego e acelerar a erosão. Os reparos foram iniciados pela base
Passagem de veículos é liberada na ponte do bairro São Cristóvão
Jaqueline Mocelin - OBemdito
Publicado em 9 de abril de 2021 às 10h44 - Modificado em 9 de abril de 2021 às 10h44
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A ponte de acesso ao bairro Jardim São Cristóvão (próximo à estação de tratamento de esgoto da Sanepar), em Umuarama, foi liberada ao tráfego no fim da tarde de quarta-feira (7), depois de passar por obras de reforço da estrutura e recuperação da cabeceira sentido rodovia PR-323.

A capa asfáltica ainda não foi colocada, mas a passagem de veículos está normalizada durante um período de acomodação da base, recomposta com brita graduada e rachão.

A Secretaria Municipal de Obras, Planejamento Urbano, Projetos Técnicos e Habitação precisou interditar totalmente a ponte para os reparos por cerca de 10 dias – o trabalho mais demorado foi feito na base da estrutura, sem bloquear o trânsito que desde o início de março vinha sendo feito em meia pista, após o afundamento de parte da cabeceira.

A base da ponte foi reforçada com uma grossa laje de concreto e o preenchimento de espaços que estavam sendo erodidos pela água do córrego Pinhalzinho. O rio precisou ser desviado para colocação de blocos de concreto e demolição, uma camada de pedra rachão e concreto usinado. “Com este trabalho, acreditamos que não haverá mais erosão sob a estrutura e, desta forma, os aterros das cabeceiras estarão protegidos”, disse o secretário de Obras, Isamu Oshima.

O aterro da ponte cedeu durante um período de chuvas, que costumam elevar o nível do córrego e acelerar a erosão. Os reparos foram iniciados pela base. Uma sondagem revelou que o rio ‘roubava’ terra por baixo das alas. Desta vez a equipe escavou as fundações e preencheu os vãos com concreto. Foi construída uma laje maciça unido as duas alas.

O nível do rio foi elevado na passagem sob a ponte e a saída ganhou uma pequena queda d’água, direcionada por blocos e concreto para evitar o efeito ‘cachoeira’,

“Já o aterro da cabeceira foi escavado e reforçado com concreto, pedra rachão e brita graduada, além de mantas de bedim, para receber a nova capa asfáltica nos próximos dias, após o período de acomodação”, explicou o diretor de Obras da Prefeitura, Renato Caobianco.

O serviço restabelece a ligação para os moradores do São Cristóvão, operários da Sanepar e também aos alunos e professores do Colégio Agrícola Estadual e do campus de Ciências Agrárias da UEM (Universidade Estadual de Maringá).

(Assessoria PMU)

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