Foto: Divulgação/PC
A investigação da Polícia Civil (PC) que culminou na prisão de um homem de 47 anos, sob acusação de rufianismo (lucrar com a prostituição alheia) começou depois de uma denúncia feita por três garotas de programa, em Umuarama.
O delegado Gabriel Menezes é o responsável pelo inquérito, mas o chefe da 7ª Subdivisão Policial (7ª SDP), dr. Osnildo Carneiro, falou sobre o processo que levou à prisão, ocorrida nesta quinta-feira (27).
“Três garotas procuraram a delegacia, fizeram a denúncia e demos início ao inquérito policial”, destacou.
As meninas que denunciaram o cafetão alegaram que foram atraídas de outras cidades para Umuarama com a promessa de bons lucros. O homem oferecia uma ‘clientela selecionada’ e disse que tinha ‘pessoas abastadas’ como clientes.
Os homens, por sua vez, tratavam horários e valores diretamente com ele, e tinham contato com as meninas apenas no momento do programa sexual. Em média, o programa custava R$ 250 e ele ficava com R$ 100 ou R$ 150. Este ato já caracteriza o crime de rufianismo.
Da denúncia até a prisão do homem, foram três meses de investigações. Foram apreendidos cadernos com anotações e também uma arma, que embora regularizada, era usada para ameaçar as mulheres para que continuassem ‘trabalhando’ para ele.
Relembre o caso aqui.
Confira a entrevista com o delegado Osnildo:
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