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Prédio usado como loja de tecidos desaba e fere 27 pessoas em SP

Prédio usado como loja de tecidos desaba e fere 27 pessoas em SP
Desabamento de prédio de quatro andares no Brás, em São Paulo, deixou 27 feridos. Bombeiros mobilizaram 51 agentes e 17 viaturas - Foto: Metrópoles
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Publicado em 7 de novembro de 2026 às 09h30 - Modificado em 7 de novembro de 2026 às 09h30

Um prédio de quatro andares desabou na noite de sexta-feira (6), na Rua Maria Joaquina, no Brás, região central de São Paulo. O acidente ocorreu às 18h38 e deixou pelo menos 27 pessoas feridas, segundo a Polícia Militar.

O imóvel abrigava uma loja de tecidos no térreo e depósitos de mercadorias nos três pavimentos superiores. No momento do desabamento, trabalhadores descarregavam rolos de tecido de um caminhão e armazenavam os produtos no edifício.

A maioria dos feridos participava da operação de descarga. Conforme a capitã Karoline Magalhães, porta-voz do Corpo de Bombeiros, 35 pessoas estavam no local quando a estrutura cedeu. Oito conseguiram sair por conta própria, enquanto as equipes de resgate retiraram outras 27.

Quatro feridos foram encaminhados para atendimento médico

Entre as 27 pessoas retiradas dos escombros, quatro foram encaminhadas à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Mooca. Duas receberam alta após avaliação médica. Outra apresentou instabilidade clínica e foi transferida para o Hospital Estadual de Vila Alpina.

A quarta pessoa, que apresentava ferimentos leves, deixou a unidade antes de receber a liberação médica. O Corpo de Bombeiros mobilizou pelo menos 51 agentes e 17 viaturas para atender à ocorrência.

Por volta das 20h, a lista de trabalhadores indicava que não havia mais pessoas nos destroços. Mesmo assim, os bombeiros utilizaram cães farejadores para verificar a possibilidade de outras vítimas sob os escombros.

Prédios vizinhos passaram por avaliação

Equipes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros isolaram completamente a área. Agentes da Defesa Civil também foram acionados para avaliar a situação e definir se os imóveis vizinhos precisariam ser interditados.

O Corpo de Bombeiros informou que o prédio não possuía Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) vigente. O documento atesta que uma edificação atende às exigências legais de segurança contra incêndio e pânico.

Trabalhadores tentavam recuperar pertences

Por volta das 21h30, diversos trabalhadores ainda permaneciam nas proximidades do prédio. Apesar dos ferimentos leves, eles aguardavam a possibilidade de recuperar objetos pessoais que ficaram nos escombros.

Entre os pertences procurados estavam celulares, documentos e sapatos. O desabamento ocorreu enquanto a equipe realizava o armazenamento da carga de tecidos nos pavimentos superiores.

Com informações: Metrópoles

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