Reunião da segunda Comissão Processante contra o prefeito afastado Celso Pozzobom, na Câmara de Vereadores de Umuarama
O advogado Gustavo Bonini Guedes, um dos responsáveis pela defesa do prefeito afastado Celso Pozzobom, disse que os vereadores que integram a segunda Comissão Processante (CP) na Câmara atuam com o firme propósito de condenar e cassar o mandato do gestor, sem a devida apuração dos fatos.
A segunda Comissão apura se Pozzobom pagou parcela de um apartamento pessoal, em Umuarama, com cheque do Hospital Norospar, como indicado no âmbito da Operação Metástase.
Conforme o advogado, não está claro que o cheque de R$ 54 mil trocado por dinheiro em espécie por um “agiota” de Umuarama seja proveniente de alguma empresa contratada pela Prefeitura.
Quem levou o cheque para o “agiota” fazer a troca teria sido o ex-diretor de Assuntos Institucionais da Prefeitura, Cícero Laurentino. Por isso, o defensor insiste para que Laurentino seja ouvido pela Comissão. O pedido para que ele preste depoimento foi recusado duas vezes pelos vereadores, segundo Guedes.
“Se o Cícero levou o cheque para ser trocado, ele é peça fundamental na investigação. A única pessoa que pode comprovar a origem do dinheiro é o Cícero, é a peça que falta, e (os vereadores) não querem ouvi-lo”, alegou Guedes.
Segundo o advogado, Pozzobom costuma fazer trocas de cheques com o “agiota”, como forma de antecipar pagamentos de clientes em sua madeireira. “Não há problema nenhum nisso. Essa relação vinha de muito tempo antes de o Celso assumir a Prefeitura”.
“É importante aclarar que o Celso Pozzobom afirma que em nenhum momento recebeu vantagem da Norospar e que não se lembra da origem do cheque que pediu para Cícero trocar. Estão, vamos ouvir o ex-diretor”.
Cícero Laurentino está preso desde o dia 5 de maio, pela Operação Metástase, sobre supostos desvios de recursos da saúde. Ele também é suspeito de integrar uma quadrilha que desviava recursos públicos de obras. A operação, batizada de Jaborandi, está com a Polícia Federal.
Em depoimento a PF no dia 17 de novembro, Laurentino confirmou o esquema de desvios de dinheiro em obras geridas pela Prefeitura e envolveu diretamente o prefeito Celso Pozzobom no esquema criminoso. Informações extraoficiais dão conta de que o ex-diretor fechou acordo de delação premiada com o Ministério Público.
Procurado por OBemdito, o presidente da segunda Comissão Processante, João Paulo Maciel de Oliveira, o Sorrisal, afirmou que o advogado de Pozzobom age de forma estratégica para protelar os trabalhos do grupo. “Por que ele (advogado) não arrolou o Cícero como testemunha de defesa”, questionou. “Os trabalhos vão continuar, seguindo o rito legal, garantindo a ampla defesa do prefeito”.
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