Esposa encontra marido morto em propriedade na zona rural de Perobal
Uma mulher encontrou o marido morto na propriedade em que residem, na zona rural de Perobal, na manhã desta segunda-feira (18). O homem de 79 anos tinha saído de madrugada para ordenhar as vacas e acabou entrando em óbito. A princípio, não há indícios que apontem para um homicídio e pode se tratar de uma morte natural.
A Polícia Militar (PM) de Perobal registrou o caso de atendimento em local de morte e divulgou uma nota com as informações. De acordo com a nota, o Destacamento da PM recebeu via Copom (Central de Operações) uma solicitação para averiguar uma situação em uma propriedade rural.
Inicialmente, uma equipe se deslocou até o Pronto Atendimento de Perobal para obter mais informações sobre o idoso morto. No local, os profissionais de saúde relataram que foram acionados para ir até a zona rural.
Na propriedade havia um homem de 79 anos já em óbito nas proximidades de um curral onde ocorre a ordenha das vacas. O médico responsável pela constatação do óbito e a equipe de enfermagem verificaram sinais compatíveis com morte já consumada no local.
Conforme relato da esposa da vítima, uma mulher de 74 anos, seu marido saiu de casa por volta das 3h para fazer a ordenha do leite das vacas. Ela disse que o companheiro realizava esta atividade rotineiramente.
Diante da demora incomum, ela foi até o curral por volta das 6h e se deparou com o marido caído no chão. Primeiramente, a senhora pediu auxílio a um vizinho, um homem de 57 anos, que prestou apoio inicial. Depois a equipe do Pronto Atendimento de Perobal esteve no sítio e constatou que o morador estava morto.
Os PMs foram até a propriedade e isolaram a área para preservação do local. Em seguida, acionaram as equipes da Polícia Civil, da Polícia Científica e do Instituto Médico-Legal (IML). Os profissionais são os responsáveis pelos levantamentos periciais e recolhimento do corpo para exames complementares.
Por fim, a Polícia Militar de Perobal divulgou que, até o momento do atendimento do senhor em óbito, não havia indicativos iniciais de ocorrência delituosa. No entanto, cabe aos profissionais dos órgãos competentes fazer a apuração técnica das circunstâncias do falecimento.





