Alex Nascimento Publisher do OBemdito

Frei Gilson cita testemunho de família de Maringá durante live; veja o vídeo

Frei Gilson cita testemunho de família de Maringá durante live; veja o vídeo
Alex Nascimento - OBemdito
Publicado em 5 de março de 2026 às 16h46 - Modificado em 5 de março de 2026 às 17h09

A maringaense Camila Colmann Mantovani, mãe do pequeno Carlos Eduardo, de 3 anos, viveu um momento inesperado durante uma transmissão online na madrugada desta terça-feira, 3. Durante a live diária do rosário conduzida por Frei Gilson no YouTube, o sacerdote citou ao vivo o testemunho da família e mencionou o resultado de um exame importante realizado pelo menino.

Conhecido pelas orações do rosário transmitidas diariamente às 4h, Frei Gilson também é cantor e influenciador digital. Durante a transmissão, ele relatou a história de Carlos Eduardo e destacou o resultado do exame que trouxe novo ânimo à família.

O menino, chamado carinhosamente de Cadu, precisava realizar um teste específico para dar continuidade ao processo de acesso ao tratamento. O resultado negativo para um anticorpo era essencial, mas as chances eram consideradas baixas.

Segundo a mãe, a família acompanhava a transmissão quando o testemunho foi citado ao vivo.

“Meu filho acordou de madrugada e, ontem, enquanto estávamos assistindo à live, ele estava no colo do meu marido. Já estávamos em pé para fazer a oração de Nossa Senhora de Guadalupe quando, antes mesmo de a oração começar, o Frei começou a contar o nosso testemunho. Foi ao vivo. Naquele momento, começamos a chorar”, relata Camila.

Foto: reprodução/GMC

Doença genética rara

Carlos Eduardo foi diagnosticado com Distrofia Muscular de Duchenne, uma doença genética rara ligada ao cromossomo X. A condição provoca fraqueza muscular progressiva e costuma se manifestar ainda na infância.

Após receber o diagnóstico, a família iniciou os trâmites para buscar tratamento e acesso ao medicamento indicado para a doença. Para dar entrada no processo, o menino precisava apresentar resultado negativo para um anticorpo específico.

Segundo Camila, o resultado do exame estava previsto apenas para o fim de março e as expectativas eram baixas.

“Para poder entrar com o processo e solicitar o medicamento, ele precisava testar negativo para um anticorpo. O resultado estava previsto para o fim de março e, segundo a médica, só havia 10% de chance. Porém, recebemos a notícia antecipada de que o resultado foi negativo, graças a Deus”, conta.

Fé e mudanças na família

Camila afirma que o diagnóstico transformou a rotina e a forma como a família encara a vida. Ela e a filha mais velha, Helena, de 8 anos, também são portadoras da alteração genética, mas não apresentam sintomas da doença.

Carlos Eduardo nasceu prematuro e apresentou atraso no desenvolvimento motor. Atualmente, ele realiza sessões de fisioterapia muscular e respiratória para auxiliar no tratamento.

De acordo com a mãe, a fé passou a ter papel central na rotina da família após o diagnóstico do menino.

“Eu vivia no automático, tomava remédio controlado e não conseguia ver o amor de Deus. Após o diagnóstico, em setembro do ano passado, conhecemos o Frei Gilson e começamos a rezar de madrugada. Nesse tempo, nosso casamento foi restaurado e Deus tem nos mostrado, dia a dia, seu amor e cuidado”, diz.

Com informações: GMC Online

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