Apesar de anúncio do Dnit, segunda balsa no rio Piquiri ainda não opera
Ao contrário do que havia sido informado no dia 21 de janeiro, a segunda balsa para a travessia do rio Piquiri, entre os municípios de Francisco Alves e Terra Roxa, ainda não entrou em operação. A informação foi confirmada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) nesta sexta-feira (6), por meio de resposta enviada por e-mail.
Na ocasião, o próprio Dnit havia informado que a nova embarcação começaria a operar no dia 22 de janeiro, como forma de reduzir os transtornos provocados pela interdição total da ponte da BR-272, que segue fechada para obras de recuperação estrutural. A previsão inicial do órgão federal era de que a segunda balsa entrasse em funcionamento em até 30 dias após o início da operação da primeira, o que levaria o prazo até o início de fevereiro.
A primeira embarcação está em operação desde 8 de janeiro. Desde então, motoristas que utilizam o trecho relatam filas extensas, longos períodos de espera e prejuízos. O tempo para atravessar o rio tem variado, segundo relatos, entre 1h30 e 2h30, o que gera congestionamentos nos dois sentidos da rodovia.
Diante da demora, muitos condutores passaram a optar por rotas alternativas, principalmente pelo desvio via Palotina, utilizando as rodovias PR-182 e PR-364. Apesar do aumento na distância percorrida, motoristas afirmam que o tempo total de viagem costuma ser menor do que aguardando a travessia pela balsa.
A expectativa de redução das filas estava diretamente ligada à entrada em funcionamento da segunda embarcação, o que, conforme a atualização mais recente do Dnit, ainda não ocorreu. O órgão federal não informou um novo prazo para o início da operação.
Atualmente, a travessia segue sendo realizada gratuitamente, 24 horas por dia.
Enquanto isso, o órgão afirma que acompanha diariamente a operação da balsa durante o período de interdição da ponte sobre o rio Piquiri.





