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Polícia Militar atua em fazenda após relato de invasão de terras em Perobal

Polícia Militar atua em fazenda após relato de invasão de terras em Perobal
Rudson de Souza - OBemdito
Publicado em 12 de janeiro de 2026 às 07h15 - Modificado em 12 de janeiro de 2026 às 09h07

A Polícia Militar do Paraná (PMPR) informou na manhã desta segunda-feira (12), por meio de nota, que acompanha a movimentação de um grupo de pessoas em uma propriedade rural no município de Perobal, cidade vizinha a Umuarama, após denúncia de possível invasão de terras.

De acordo com a corporação, equipes foram acionadas para averiguar a situação na Fazenda Agro Felicetti, onde encontraram indivíduos que se identificaram como integrantes de um movimento social rural não identificado.

Durante o contato com os policiais, o grupo afirmou que a permanência no local teria caráter preventivo, motivada por informações sobre a possível chegada de outro grupo à área.

A PM informou que foi realizada fiscalização no perímetro da propriedade, sem constatação de danos ao patrimônio. Também não foram encontradas armas no local. Segundo a corporação, os envolvidos mantiveram postura colaborativa durante a abordagem.

Ainda conforme a Polícia Militar, equipes permanecem na região em diálogo com lideranças do grupo e monitoram a situação para garantir a ordem pública e prevenir conflitos.

Em Xambrê

Além do caso registrado em Perobal, outro episódio envolvendo ocupação de área rural foi registrado em Xambrê, também no noroeste do Paraná.

No município, famílias ligadas a movimentos sociais começaram a deixar a Fazenda Santa Fé após a expedição de um mandado de reintegração de posse pela Justiça do Paraná. Leia sobre ao caso aqui.

Em Umuarama

Desde o último dia 5 de junho, integrantes do MST estão acampados em uma área localizada na Estrada Divisora, próxima à Vila Três Placas e à divisa com Maria Helena.

O acampamento, batizado de Benedito Gomes, ocupa uma propriedade de José Cosme Dionísio Ferreira, de 53 anos, membro do movimento que cultiva mandioca e milho no local há cerca de 12 anos.

O espaço, que abriga algumas dezenas de famílias, conta com uma estrutura básica: cozinha comunitária, barracos com energia elétrica e acesso à água.

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