Caminhonetes RAM 3500 blindadas reforçam operações na faixa de fronteira (Foto PMPR)
A Polícia Militar do Paraná (PMPR) adquiriu 35 caminhonetes RAM 3500, das quais 14 foram destinadas ao Batalhão de Polícia Militar de Fronteira (BPFron), para reforçar o combate ao crime organizado nas regiões de fronteira com Paraguai e Argentina. Os veículos, blindados no nível III-A, foram escolhidos para atuar em áreas estratégicas, onde predominam crimes como tráfico de drogas, contrabando e descaminho.
Segundo o comandante-geral da PMPR, coronel Jefferson Silva, os veículos combinam robustez, capacidade de carga e desempenho em longos deslocamentos, características essenciais para operações de alto risco. “É uma solução completa para enfrentar organizações criminosas e transportar grandes apreensões com eficiência”, afirmou.
Os modelos contam com motor de mais de 370 cavalos de potência, torque acima de 60 kgfm, tração 4×4, suspensão reforçada e entre-eixos longo, garantindo desempenho em estradas de terra, áreas alagadas e terrenos de difícil acesso. A caçamba suporta até 1 tonelada e possui compartimento estanque iluminado por LED, utilizado para transporte de drogas, cigarros e agrotóxicos.
A blindagem balística nível III-A protege contra calibres de armas curtas comuns em confrontos diretos, enquanto sistemas eletrônicos de assistência, câmeras, sensores e iluminação em LED auxiliam em operações noturnas. O veículo também permite remover bloqueios improvisados e rebocar embarcações ou motocicletas apreendidas, otimizando o uso da frota.
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O investimento integra um pacote de R$ 116 milhões do governo do Estado em segurança pública, sendo R$ 38,3 milhões destinados à aquisição de automóveis. Segundo autoridades, a medida amplia a sensação de segurança da população e fortalece o poder de dissuasão do Estado frente ao crime organizado.
O crime nas regiões de fronteira do Brasil é marcado pelo tráfico de drogas, contrabando e descaminho, atividades que aproveitam a dificuldade de fiscalização em áreas extensas e de difícil acesso.
Autoridades apontam que organizações criminosas exploram essas rotas para movimentar drogas, armas, produtos eletrônicos e mercadorias ilegais, exigindo operações coordenadas das forças de segurança para inibir a ação dos criminosos e proteger a população local.
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