Foto: Danilo Martins/OBemdito
Grupos de professores servidores públicos permanecem em protesto em frente a alguns colégios da rede estadual de Umuarama, na manhã desta terça-feira (4), mesmo após o avanço do projeto de lei 345/2024, que cria o programa “Amigos da Escola”, que privatiza a gestão de colégios públicos estaduais do Paraná.
Na manhã desta terça-feira (4), um grupo de professores em frente ao Colégio Estadual Tiradentes afirmaram à reportagem que estava prevista para ocorrer uma nova reunião ainda hoje na APP Sindicato de Umuarama. Assim como na segunda-feira (3), as aulas seguem sendo realizadas em todas as instituições, que continuam de portas abertas.
Na área de competência do Núcleo Regional de Umuarama, a terceirização da gestão está prevista para ocorrer nos colégios estaduais Vereador José Balan e Tiradentes, ambos em Umuarama; Manuel Bandeira, em Alto Piquiri; Vicente Tomazini, em Francisco Alves; Ana Neri, em Perobal; e Nestor Victor, em Pérola.
OBemdito tentou contato com a APP Sindicato para entender se novas informações e orientações foram repassadas aos docentes, porém a reunião seguia em andamento até o fechamento desta matéria, não sendo possível obter a informação.
Foi votado e aprovado em primeiro turno durante sessão plenária na Alep (Assembleia Legislativa do Paraná) o projeto de lei 345/2024, que propõe a transferência da gestão administrativa e de infraestrutura das escolas estaduais para empresas em parceria com o Governo do Paraná. A matéria – colocada em regime de urgência – recebeu 39 votos a favor e 13 contrários.
Na sessão extraordinária de ontem, foram recebidas emendas encaminhadas à reunião extra da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), no fim da tarde. Houve pedido de vista adiando a análise para esta terça-feira (4). O projeto volta à CCJ, às 13h30, e será item único nas três sessões plenárias do dia: uma ordinária, uma antecipada de quarta (5) e uma extraordinária, marcadas para começar 14h30.
A realização das sessões presenciais desta segunda acabou suspensa após manifestantes entrarem na Assembleia. No início da noite, o Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) concedeu uma liminar de reintegração de posse a favor da Assembleia Legislativa do Paraná.
A invasão se deu minutos antes das 14h30, horário regimental de início da sessão ordinária, quando as galerias já estavam ocupadas por populares, mas uma multidão forçou a entrada, rompendo o portão de acesso a carros da Assembleia e ocupando o Prédio do Plenário.
A Mesa Executiva deliberou em reunião com os parlamentares pela realização das sessões de forma remota. O sistema online adotado em 2020, durante a pandemia da Covid-19, está previsto no Regimento Interno da Assembleia.
Na reabertura da sessão, às 17 horas, o presidente Ademar Traiano (PSD) dispensou de ofício a leitura do expediente e os demais itens da ordem do dia, exceto o projeto de lei 345/2024, bem como o uso do pequeno e grande expediente.
A Oposição protocolou requerimento para retirada do projeto de discussão por uma sessão. Mas a votação foi mantida por 39 votos contra e 11 favoráveis ao adiamento, mantendo a pauta.
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