Foto: Arquivo/Eclair Menistrer
A família do empresário de Paranavaí Eclair Menistrer, de 63 anos, que foi encontrado morto na segunda-feira (27), no rio Pirapó, recebeu as informações do IML (Instituto Médico Legal), que o homem provavelmente foi jogado ainda vivo na água.
Anteriormente, a aposta do IML era de que o homem havia sido morto e seu corpo teria sido descartado no rio pelos suspeitos. Porém a perícia não encontrou nenhum tipo de perfuração no cadáver de Eclair, o que diminui a probabilidade dele ter sido morto antes de ser jogado na água.
Todavia, a perícia ainda deve confirmar a hipótese. Os peritos também devem tentar apurar se o comerciante foi jogado desacordado ou ainda consciente para que morresse afogado.
Segundo o delegado Alyson Tinoco, responsável pelas investigações, o empresário teria conhecido duas jovens de 16 e 18 anos – atualmente as principais suspeitas do crime – em Paranavaí e resolveu passar o dia com elas, que são irmãs. Eles foram até Porto Rico no dia 24 de junho – quando a família de Eclair sentiu a falta do morador.
A investigação conduzida pela PC aponta que o homem sofreu uma emboscada e foi vítima de latrocínio (roubo seguido por morte), onde as irmãs teriam participado junto com outros dois adolescentes amigos das suspeitas.
No dia 26 de junho, o corpo de Eclair foi encontrado no rio Pirapó por moradores que acionaram as autoridades.
(Redação e Banda B)
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