Piloto relata luzes não identificadas no céu do Paraná, e caso é comunicado à FAB
Um fenômeno luminoso observado no céu do Norte do Paraná mobilizou pilotos, controladores de tráfego aéreo e a Força Aérea Brasileira (FAB) na noite da última segunda-feira (13). O caso ocorreu por volta das 21h e envolveu registros feitos durante um voo comercial, além de relatos de moradores de Londrina.
O episódio aconteceu enquanto uma aeronave seguia de São Paulo para Maringá. Durante o trajeto, o piloto informou à torre de controle que avistava pontos luminosos com comportamento incomum no horizonte. A ocorrência foi registrada nas comunicações entre a tripulação e os controladores de voo.
Em um dos áudios, o comandante afirmou ter sentido “calafrios” ao observar a intensidade das luzes e a forma como elas se deslocavam pelo céu.
Movimentos circulares
Durante o contato com a torre de controle de Maringá, o piloto foi questionado sobre a distância dos objetos em relação à aeronave. Segundo ele, não era possível fazer uma estimativa precisa por causa da altitude em que as luzes estavam.
Ainda conforme o relato, os pontos luminosos apresentavam brilho intenso, deslocavam-se em alta velocidade e realizavam movimentos circulares. As características chamaram a atenção da tripulação e levaram ao registro oficial da ocorrência.
Pouco depois, a torre de controle informou que profissionais do Aeroporto de Londrina também observavam o mesmo fenômeno no horizonte. Como o tráfego não pôde ser identificado naquele momento, o caso foi comunicado à Aeronáutica.
Moradores também registraram
Além dos relatos feitos pelos profissionais da aviação, moradores da Zona Norte de Londrina gravaram vídeos que mostram as luzes no céu. As imagens começaram a circular nas redes sociais e ampliaram a repercussão do episódio.
Na aviação e na ufologia, qualquer objeto ou ponto luminoso que não possa ser identificado imediatamente é classificado como Objeto Voador Não Identificado (OVNI). A definição, no entanto, não significa que a origem do fenômeno seja conhecida ou desconhecida de forma definitiva, apenas indica que ainda não houve identificação no momento da observação.
Procurada pela reportagem, a assessoria de comunicação do Aeroporto de Londrina informou que as informações oficiais sobre o monitoramento do espaço aéreo devem ser solicitadas à NAV Brasil, empresa pública responsável pela administração da torre de controle do aeroporto.
Até a publicação desta reportagem, a NAV Brasil ainda não havia divulgado um posicionamento oficial sobre o episódio.
Com informações: Portal Tarobá





