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Julgamento de policial penal tem pedido de adiamento após ausência de testemunha

Julgamento de policial penal tem pedido de adiamento após ausência de testemunha
O réu, Carlos Adriano Botelho de Assis. - Foto: Danilo Martins/OBemdito
Julgamento de policial penal tem pedido de adiamento após ausência de testemunha
Luiz Fernando - OBemdito
Publicado em 11 de março de 2026 às 09h56 - Modificado em 11 de março de 2026 às 10h58

O julgamento de policial penal acusado de feminicídio começou às 9h desta quarta-feira (11) no Tribunal do Júri de Umuarama, mas teve um pedido de adiamento após a ausência de uma testemunha da defesa.

Com a ausência, foi solicitada condução coercitiva da testemunha que não compareceu. Diante da ausência, a defesa pediu o adiamento da sessão, porém a testemunha foi localizada e encaminhada ao Fórum.

Antes da análise do pedido, foi realizado o sorteio dos jurados que irão compor o Conselho de Sentença. A escolha ocorreu por volta das 9h40 e foram selecionados sete jurados, sendo quatro mulheres e três homens.

Após o sorteio, foi anunciado um intervalo antes da continuidade da sessão. A decisão sobre o pedido de adiamento deve definir o andamento do julgamento.

O réu é o policial penal Carlos Adriano Botelho de Assis, de 46 anos, acusado de matar a ex-companheira Vanessa dos Santos da Cunha, de 28 anos. O crime ocorreu em 28 de outubro de 2022, em Umuarama.

Segundo denúncia do Ministério Público do Paraná (MPPR), a vítima foi morta com mais de 50 golpes de faca. Ao final do julgamento, os jurados decidirão pela condenação ou absolvição do acusado.

A promotoria informou ao OBemdito que irá se manifestar sobre o caso posteriormente.

*Matéria atualizada às 10h06 para inclusão da informação sobre a localização da testemunha.

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