Homem que morreu durante avaliação de casa para compra é velado em Umuarama
O corpo de Francisco de Souza, de 57 anos, é velado na capela da Umuprev, na avenida Governador Parigot de Souza, em Umuarama. O sepultamento está marcado para esta terça-feira (3), às 14h, no Cemitério Municipal da cidade.
Conhecido como “Chicão”, ele morreu na manhã de segunda-feira (2), após sofrer uma parada cardiorrespiratória em uma residência na rua Anhumai, nas proximidades da Praça Tamoio.
Segundo informações repassadas pela PM no local, ele observava uma casa que pretendia comprar quando passou mal.
Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas e iniciaram os procedimentos de atendimento, mas o óbito foi constatado ainda na residência.
De acordo com o tenente Rafael Lovrin, do 25º Batalhão de Polícia Militar, a corporação foi chamada pelo próprio Samu.
“Nós fomos acionados pelo próprio Samu, dando conta do que teria acontecido. Seria um indivíduo que entrou em parada cardiorrespiratória dentro da residência, uma residência que ele estava vendo para comprar”, afirmou.
O oficial relatou que, quando as equipes chegaram, a vítima já estava em parada cardiorrespiratória. “Eles deslocaram até o local, constataram o PCR no masculino, só que então ele entrou em óbito antes mesmo de se retirar aqui do local”, disse.
Inicialmente, como o homem não portava documento de identificação, foi necessário acionar a Polícia Militar para dar sequência aos procedimentos legais.
Durante o atendimento, porém, um documento foi localizado. Com a identificação confirmada, não houve necessidade de acionamento do Instituto Médico-Legal (IML), e o corpo foi transportado pelo próprio Samu.
Além da equipe da Rádio Patrulha Auto (RPA), policiais da Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) também prestaram apoio à ocorrência.
Francisco trabalhou por muitos anos na empresa caçamba do Pinguim, do ramo de terraplanagem, localizada na saída do bairro Jabuticabeira.
Ele morava no distrito de Lovat, em Umuarama e, teria perdido o último dos quatro irmãos há cerca de dez dias.

(Imagem Rudson de Souza/OBemdito)





