Jaqueline Mocellin Publisher do OBemdito

PM de Iporã prende homem por agressão após desferir soco no rosto da mulher

Foto: Danilo Martins/Arquivo OBemdito
PM de Iporã prende homem por agressão após desferir soco no rosto da mulher
Jaqueline Mocellin - OBemdito
Publicado em 25 de outubro de 2025 às 19h47 - Modificado em 25 de outubro de 2025 às 21h12

A Polícia Militar (PM) de Iporã prendeu em flagrante um homem de 29 anos por agressão no centro da cidade neste sábado (25). Durante um patrulhamento de rotina por volta das 13h30, uma equipe policial foi abordada por uma mulher de 42 anos que, visivelmente abalada, relatou ter sido vítima de violência doméstica.

A vítima informou aos policiais que a agressão ocorreu durante uma discussão acalorada motivada por questões financeiras. Segundo seu relato, o companheiro desferiu um soco em seu rosto, após uma tentativa de agressão anterior.

A situação escalou para uma luta corporal. Uma terceira pessoa que testemunhou o fato interviu e conteve a briga. A mulher também mencionou que o agressor faz uso de entorpecentes.

Diante da denúncia e das lesões aparentes, a equipe policial tomou as providências cabíveis. Primeiramente, a PM encaminhou o casal ao hospital municipal, onde ambos passaram por exame de lesões corporais para documentar a ocorrência.

Em seguida, os militares deram voz de prisão ao autor e, juntamente com a vítima e as testemunhas, o conduziram para a Delegacia de Polícia Civil de Iporã para os procedimentos legais pertinentes.

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Violência doméstica e agressões

A violência doméstica representa um ciclo destrutivo de abuso físico, psicológico, sexual, patrimonial ou moral que ocorre dentro do ambiente familiar ou de relacionamento íntimo. Suas implicações vão muito além das lesões físicas imediatas, afetando profundamente a saúde mental e a dignidade da vítima. Além disso, perpetua um ciclo de trauma.

A legislação brasileira, como a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/06), tipifica e pune rigorosamente essas condutas. A intenção é garantir a proteção da mulher e coibir a impunidade. É fundamental que a sociedade e as autoridades continuem a atuar de forma decisiva para combater este crime, oferecendo suporte e canais de denúncia acessíveis.

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