Prisões ocorreram em bairros de Umuarama e Pérola (Foto PMPR)
A Polícia Militar atendeu duas ocorrências de violência doméstica no Noroeste do Paraná na noite de sábado (27). Os casos foram registrados em Umuarama e Pérola e resultaram na prisão dos agressores.
Em Umuarama, por volta das 19h, uma jovem de 22 anos acionou a PM após discussão com o convivente, de 20 anos, no bairro Dom Pedro I.
De acordo com a corporação, o autor, em estado de embriaguez, proferiu ofensas verbais e danificou a porta da residência ao tentar forçar a entrada.
Embora não tenha havido agressão física, foram constatados injúria e dano patrimonial no âmbito da Lei Maria da Penha. A vítima manifestou interesse em representar criminalmente, e o suspeito foi preso.
Mais tarde, às 22h30, em Pérola, uma mulher de 52 anos denunciou o companheiro, de 44 anos, por agressões físicas e verbais no bairro Martins.
Segundo relato da vítima, o homem chegou em casa embriagado, desferiu tapas, empurrões e insultos, comportamento que, conforme afirmou, se repete nos fins de semana. Ela também relatou já ter medida protetiva anterior contra o agressor.
Nos dois casos, os autores receberam voz de prisão e foram encaminhados às respectivas delegacias de Polícia Civil.
A violência doméstica constitui uma grave violação dos direitos humanos, caracterizada por padrões de comportamento abusivo em relações íntimas ou familiares.
Suas manifestações incluem agressões físicas, psicológicas, sexuais, morais e patrimoniais, transcendendo classes sociais, níveis educacionais e origens geográficas.
No Brasil, a Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006) representa um marco no enfrentamento a essa problemática, ao estabelecer mecanismos para coibir a violência contra a mulher e criar estruturas de proteção como medidas protetivas de urgência.
As consequências desse fenômeno afetam profundamente a saúde física e mental das vítimas, podendo gerar desde lesões corporais até transtornos como depressão, ansiedade e estresse pós-traumático.
Crianças expostas a esses ambientes desenvolvem frequentemente dificuldades emocionais e comportamentais, perpetuando ciclos intergeracionais de violência.
A subnotificação permanece como um desafio crucial, influenciada por fatores como dependência econômica, medo de represálias, constrangimento social e expectativas de reconciliação.
Os serviços de atendimento especializado – como delegacias da mulher, centros de referência e disque-denúncia (Ligue 180) – desempenham papel essencial na ruptura desse silêncio, embora enfrentem limitações estruturais em muitas localidades.
A efetiva combinação de políticas públicas preventivas, respostas judiciais ágeis, redes de acolhimento e transformações culturais que questionem estereótipos de gênero configura-se como caminho indispensável para o enfrentamento sistêmico da violência doméstica, demandando engajamento constante do Estado e da sociedade.
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