Fotos: Assessoria PMU
Mais uma propriedade rural de Umuarama recebeu a certificação do programa Paraná Mais Orgânico. Dessa forma, está apta a comercializar legumes e hortaliças produzidos sem fertilizantes e defensivos químicos. A iniciativa envolve a Secretaria Municipal de Agricultura, o Instituto de Desenvolvimento Rural do Estado (IDR/PR) e a Universidade Estadual de Maringá (UEM).
O processo de migração da cultura tradicional para a orgânica dura no mínimo dois anos. Em Umuarama, três produtores rurais e o Colégio Agrícola Estadual, que funciona junto ao campus de Ciências Agrárias da UEM, já concluíram esse processo.
O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) é o responsável pela emissão do certificado de conformidade entregue nesta semana. O documento atesta que os irmãos Kazuo, Akiyo e Eduardo Massaki Fujiharo estão aptos a iniciar a produção orgânica.
Posteriormente, a partir de janeiro de 2026, eles poderão comercializar alface-americana, alho, repolho manteiga, vagem, cebola roxa, mandioca, nabo e rabanetes para a merenda escolar. Isso acontecerá por meio da Cooperativa dos Pequenos Produtores Rurais de Umuarama (Cooperu).
Leia também: Colégio Agrícola de Umuarama é primeiro a obter certificação orgânica no Paraná.
A propriedade, de seis alqueires, fica na Estrada Nakata, no distrito de Serra dos Dourados, e a maior parte é dedicada à pecuária. “Tudo começou com nossos avós, na década de 1950. Já tivemos diversas culturas e agora decidimos apostar no cultivo orgânico por segurança e também para atender à demanda da cooperativa”, explicou Eduardo Fujiharo.
A questão da segurança está diretamente relacionada à não utilização de fertilizantes e defensivos agrícolas, que trazem riscos aos consumidores e principalmente à saúde dos agricultores, que manuseiam diretamente produtos químicos na lavoura.
O secretário da Agricultura do município, Geraldo Pikler, explica que, além disso, o produto é mais valorizado no mercado. “Tem a valorização – cerca de 30% maior que o cultivo convencional – e a legislação, que em breve exigirá apenas orgânicos na merenda escolar do Paraná”, lembra.
De acordo com o IDR/PR, o programa Paraná Mais Orgânico é a melhor opção para os agricultores que desejam a mudança, feita sem custos – enquanto na iniciativa privada a certificação não sai por menos de R$ 5 mil/ano (a renovação é anual). “Além de receber mais por seus produtos, o agricultor elimina os riscos de contaminação e ajuda a proteger a natureza, deixando de usar os produtos químicos”, reforça o agrônomo Fabio Cesar Souza, da Secretaria Municipal de Agricultura.
A entrega do certificado teve ainda a presença da equipe do programa, formada pela bióloga Danielle Regina Thomaz, e das engenheiras agrônomas Bruna Cristina Marino, Adriely Vechiato Bordin, Raiane Pereira Schwengber e Camila Terezinha de Lara, e de representantes regionais do IDR/PR.
Obtenha outras informações sobre o programa Paraná mais Orgânico clicando aqui.
(Informações: Assessoria PMU)
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