Cotidiano

Comboios militares devem movimentar rodovias em Assis Chateaubriand e Alto Piquiri

Entre os dias 25 e 29 desta semana, motoristas que circularem pelas rodovias estaduais do Oeste do Paraná devem se preparar para encontrar intensa movimentação de viaturas militares e comboios do Exército Brasileiro.

De acordo com a 3ª Companhia do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), serão realizadas escoltas nas rodovias PRC-467, PR-239 e PR-681, em trechos que passam por Cascavel, Toledo, Assis Chateaubriand e Alto Piquiri.

Os comboios serão sinalizados por viaturas caracterizadas da Polícia Rodoviária, e os condutores devem seguir rigorosamente as orientações dos policiais.

“Pedimos a compreensão e a colaboração dos motoristas. A obediência às ordens durante o comboio é fundamental para garantir a segurança viária”, informou a corporação.

A expectativa é de que o tráfego nos trechos mencionados apresente pontos de lentidão durante a passagem das tropas.

Cuidado na direção

A circulação de comboios militares em rodovias é uma operação que exige atenção redobrada por parte de todos os usuários das vias. Esses deslocamentos, muitas vezes necessários para o transporte de equipamentos, pessoal ou materiais estratégicos, ocorrem sob protocolos de segurança específicos e podem impactar temporariamente o fluxo normal do trânsito.

Para garantir a segurança coletiva, é fundamental que motoristas mantenham distância segura dos veículos militares, evitem ultrapassagens bruscas ou manobras arriscadas e estejam atentos à sinalização temporária ou à presença de escoltas, que podem utilizar luzes, sirenes ou gestos para orientar o tráfego.

Em muitos casos, os comboios deslocam-se em velocidade reduzida e ocupam mais de uma faixa, especialmente em trechos curvos ou de difícil visibilidade.

A interação com esses veículos deve ser feita com cautela: nunca se deve bloquear o avanço do comboio, tentar fotografar ou filmar de modo perigoso durante o deslocamento, ou desconhecer sinais de parada obrigatória determinados pelas forças de segurança.

Em situações de espera prolongada, como em travessias de pontes ou passagens por áreas restritas, a paciência e a colaboração são essenciais para evitar acidentes.

O não cumprimento das orientações pode resultar em risco grave às pessoas, interferência em operações de interesse nacional e consequências legais. Em caso de dúvida, a recomendação é reduzir a velocidade, observar as indicações da equipe de operação e aguardar até que a via esteja completamente liberada.

Rudson de Souza

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