Senador Flávio Bolsonaro relatou que criminosos ameaçaram sua mãe e seus avós com armas (Foto Tânia Rêgo/Agência Brasil)
A mãe e os avós do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foram feitos reféns durante um assalto à residência da família, em Resende, no sul do Rio de Janeiro. O parlamentar relatou o crime em suas redes sociais, neste domingo (24), e afirmou que, apesar do “terror” vivido por mais de uma hora, todos passam bem.
Segundo Flávio, os assaltantes chegaram afirmando saber quem era sua mãe e exigiram informações sobre supostas remessas de dinheiro enviadas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro aos avós. “Graças a Deus estão todos bem, mas foi mais de uma hora de terror, com arma na cabeça e boca tampada com fita adesiva”, escreveu o senador.
Ainda de acordo com Flávio Bolsonaro, os assaltantes reviraram a casa em busca de dinheiro, mas, sem encontrar, levaram anéis e o carro do avô do senador. “Já tomamos as providências e, se Deus quiser, em breve esses marginais covardes serão encontrados”, afirmou.
Em vídeo publicado nas redes sociais, uma mulher que não teve a identidade revelada confirmou que os assaltantes permaneceram cerca de uma hora dentro da casa. Ela disse que os criminosos alegaram ter recebido informações de que a família guardava grandes quantias em espécie no local.
A mulher acrescentou que os assaltantes se identificaram como sendo da comunidade da Penha, no Rio de Janeiro. As autoridades locais ainda não se pronunciaram sobre o caso.
Movimentação de dinheiro
O relatório da Polícia Federal (PF) sobre a investigação contra Jair Bolsonaro e o filho Eduardo Bolsonaro aponta que o ex-presidente movimentou R$ 30,5 milhões nas suas contas entre março de 2023 e fevereiro de 2024.
O relatório não cita ilegalidades quanto à origem dos recursos movimentados por Bolsonaro, mas relata cerca de 50 comunicações de movimentações atípicas envolvendo o ex-presidente, e pessoas ligadas a ele, como o filho, Eduardo, e a esposa, Michele Bolsonaro.
Das 50 transações, quatro informaram operações suspeitas em contas de Bolsonaro e outras quatro nas contas de Eduardo. Outras 42 operações foram feitas em contas de terceiros.
De acordo com os investigadores, as movimentações “apresentam indícios de possíveis práticas de lavagem de dinheiro ou outros ilícitos”.
Entre as operações atípicas, consta o repasse de R$ 2 milhões para bancar a estadia de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. A transferência foi feita em 13 de maio deste ano e já era de conhecimento público, confirmada pelo próprio Bolsonaro.
O valor faz parte do montante de R$ 19 milhões recebido de doações de apoiadores, via Pix, entre 2023 e 2024.
O Coaf registrou outra operação de 3 milhões da conta de Bolsonaro para Michele. De acordo com a PF, a quantia foi omitida pelo ex-presidente no depoimento prestado durante as investigações.
Nossa equipe tentou contato com a defesa de Jair Bolsonaro para comentar o relatório sobre as movimentações financeiras, mas não teve retorno até o fechamento desta reportagem.
(OBemdito com informações do Metropóles)
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