Dois investigados pela Operação Elo têm passagens por homicídio e porte de arma (Foto PCPR)
A Polícia Civil deflagrou na manhã desta quarta-feira (5) a Operação Elo, com o objetivo de combater crimes de tráfico de drogas, associação criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção de menores. A ação ocorreu nos municípios de Cruzeiro do Oeste e Tapejara. Um homem foi preso e suas identidade não foi revelada pelo comando da ação policial.
Com apoio da Força Nacional, do Grupo de Diligências Especiais (GDE) da 7ª Subdivisão Policial de Umuarama e do 7º Batalhão da Polícia Militar (7ºBPM), a operação mobilizou 25 policiais civis e militares para o cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça.
Na casa do primeiro suspeito investigado pela operação, os agentes encontraram uma pequena porção de substância semelhante à maconha, uma balança de precisão, rádios comunicadores, dois celulares e mil reais em espécie. O homem foi autuado em flagrante por tráfico de drogas, e a Polícia Civil representou por sua prisão preventiva.
Já no endereço do segundo alvo da ação policial foram apreendidos mais de R$ 10 mil em espécie, cheques e dois celulares. Ambos os alvos da operação têm antecedentes criminais, incluindo homicídio e porte ilegal de arma de fogo. As investigações continuam para aprofundar a atuação da associação criminosa e identificar outros envolvidos.
Operação contra emplacadoras
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) deflagrou na manhã desta terça-feira (5) uma operação contra um esquema criminoso de fornecimento de placas para veículos adulterados. Estão sendo cumpridos 14 mandados de busca e apreensão em 11 empresas emplacadoras situadas em cidades do Paraná e de São Paulo.
A ofensiva ocorre simultaneamente em Curitiba, Piraquara, Colombo, Campina Grande do Sul, Pinhais, Fazenda Rio Grande e Guaratuba, no Paraná, além de São Paulo e Santo André, no estado paulista. A ação conta com o apoio técnico dos Departamentos de Trânsito (Detran) dos dois estados, que colaboram na verificação cadastral das empresas e no cruzamento de dados sobre a emissão de placas padrão Mercosul.
O objetivo da operação é reunir documentos, mídias digitais e outros elementos de prova que confirmem a participação de proprietários, sócios ou funcionários das emplacadoras em um esquema que favoreceria a atuação de grupos especializados em furto, roubo e revenda de veículos adulterados.
A investigação começou em agosto de 2024, após a perícia técnica apontar que vários veículos apreendidos com sinais identificadores adulterados haviam recebido placas de origem suspeita. A partir disso, os investigadores rastrearam a procedência das placas até as empresas agora alvo das buscas.
De acordo com a delegada Anna Karyne Turbay, que conduz o inquérito, oito das 11 empresas investigadas têm ligação formal ou informal com membros de uma mesma família, o que reforça a suspeita de uma estrutura organizada voltada ao suporte logístico do crime.
“Estamos tratando de um possível núcleo empresarial dedicado a legalizar veículos furtados ou roubados por meio da emissão irregular de placas. É uma atuação que pode sustentar toda uma cadeia criminosa”, explicou Turbay.
O material apreendido nesta terça-feira será usado para aprofundar a investigação, definir responsabilidades e, possivelmente, identificar conexões com organizações criminosas maiores atuantes na região sul e sudeste do país.
OBemdito com informações da Polícia Civil
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