osé Maria Marin presidiu a CBF entre 2012 e 2015; nome chegou a batizar sede da entidade no Rio, mas foi retirado após escândalo na Fifa (Foto Agência Brasil)
Morreu na madrugada deste domingo (20), em São Paulo, o ex-presidente da CBF José Maria Marin, aos 93 anos. Ele estava internado no hospital Sírio-Libanês, na capital paulista. A causa da morte não foi informada. O velório está previsto para ocorrer na tarde deste domingo.
Advogado por formação, Marin teve carreira extensa na política e no esporte. Foi vereador e deputado estadual em São Paulo entre as décadas de 1960 e 1970. Em 1979, assumiu como vice-governador na gestão de Paulo Maluf, tornando-se governador de São Paulo em 1982, ainda durante o regime militar, quando os chefes de Executivo estadual eram escolhidos por eleição indireta.
No futebol, presidiu a Federação Paulista de Futebol (FPF) entre 1982 e 1988 e chefiou a delegação brasileira na Copa do Mundo de 1986, no México. Em 2012, assumiu a presidência da CBF, após a renúncia de Ricardo Teixeira, permanecendo no cargo até 2015, quando foi sucedido por Marco Polo Del Nero.
Ainda em 2015, Marin foi preso na Suíça no âmbito da investigação de corrupção da Fifa conduzida pelo FBI. Foi extraditado para os Estados Unidos, onde foi condenado e cumpriu parte da pena. Em 2020, durante a pandemia de Covid-19, foi libertado e retornou ao Brasil. Três anos depois, em 2023, sofreu um acidente vascular cerebral (AVC).
Durante sua gestão na CBF, foi inaugurado o prédio da sede da entidade, na Barra da Tijuca (RJ), que inicialmente levava seu nome na fachada. A inscrição foi removida na gestão de Del Nero, e posteriormente, a placa interna também foi retirada por Rogério Caboclo. Desde então, o local passou a ser identificado como “Casa do Futebol Brasileiro”.
Marin também protagonizou um episódio controverso em janeiro de 2012, ao ser filmado guardando uma medalha de premiação da Copa São Paulo de Futebol Júnior, durante cerimônia do título do Corinthians. À época, a FPF afirmou que a medalha havia sido reservada a ele, mas o caso ganhou repercussão quando o goleiro Matheus, do Corinthians, ficou sem sua condecoração.
“Enrolei e guardei. Se eu ponho no pescoço, iriam falar: ‘Esse cara não disputou a final e não é dirigente”, disse Marin na época, classificando o episódio como “uma verdadeira piada”.
“A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) lamenta o falecimento de José Maria Marín, ocorrido na madrugada deste domingo (20), em São Paulo, aos 93 anos. Ele estava internado no hospital Sírio-Libanês e será velado nesta tarde, na capital paulista.
Nascido em 6 de maio de 1932, José Maria Marín foi presidente da CBF entre 12 de março de 2012 e 16 de abril de 2015.
Antes de assumir a presidência da entidade, o paulistano construiu carreira na política paulista, tendo sido vereador e deputado estadual nas décadas de 1960 e 70. Foi vice-governador de São Paulo de 1979 a 1982 e governador entre 1982 e 1983. De 1982 a 1988, foi o mandatário da Federação Paulista de Futebol e chefiou a delegação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1986, no México”.
OBemdito com informações das agências
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