Suspeita atuou de forma clandestina em plantões no Hospital Universitário de Campo Grande, segundo relatos de alunos (Foto Reprodução/Redes Sociais/Suspeita)
A Polícia Civil investiga o caso de uma mulher de 29 anos que se passou por estudante de medicina da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e frequentou plantões no Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian, em Campo Grande. O caso foi registrado como exercício ilegal da profissão na 5ª Delegacia de Polícia da capital na última terça-feira (24) e segue sob sigilo.
Prints de mensagens de um grupo de WhatsApp de estudantes mostram que a mulher frequentava o setor de pediatria e chegou a participar de atendimentos. “Ela estava com a gente no plantão na quinta-feira e disse que tinha autorização da médica responsável”, escreveu uma das alunas.
Em outro relato, uma estudante afirmou que a suspeita chegou a transportar um recém-nascido de um setor a outro do hospital e postou foto com uma paciente que havia acabado de dar à luz. Uma das mensagens alerta: “Qualquer b.o. que ela se meter pode respingar em todos os acadêmicos, sem contar o risco para os pacientes”.
A UFMS confirmou, por meio de nota, que a mulher não possui matrícula na instituição. “Ao tomar conhecimento de que uma pessoa tem se passado por estudante, a UFMS constatou que não há matrícula no referido nome, o que foi imediatamente informado à Polícia Federal para apuração”, diz o comunicado.
Já o Hospital Universitário afirmou que a mulher não realizou procedimentos médicos, mas reconhece que ela esteve presente em setores assistenciais. “O HU informa que abriu investigação interna e já foram adotadas medidas administrativas e jurídicas visando proibir a entrada da mulher citada”, declarou a instituição.
A investigação agora busca apurar como a mulher teve acesso às dependências do hospital e se houve conivência ou falhas no controle de acesso à unidade. A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul investiga o caso de uma mulher de 29 anos que se passou por estudante de medicina da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e frequentou plantões no Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian, em Campo Grande.
O caso foi registrado como exercício ilegal da profissão na 5ª Delegacia de Polícia da capital na última terça-feira (24) e segue sob sigilo. A suspeita ainda não se manifestou oficialmente. A reportagem tentou contato com ela por meio das redes sociais, mas não obteve resposta.
Prints de mensagens de um grupo de WhatsApp de estudantes mostram que a mulher frequentava o setor de pediatria e chegou a participar de atendimentos. “Ela estava com a gente no plantão na quinta-feira e disse que tinha autorização da médica responsável”, escreveu uma das alunas.
Em outro relato, uma estudante afirmou que a suspeita chegou a transportar um recém-nascido de um setor a outro do hospital e postou foto com uma paciente que havia acabado de dar à luz. Uma das mensagens alerta: “Qualquer b.o. que ela se meter pode respingar em todos os acadêmicos, sem contar o risco para os pacientes”.
A UFMS confirmou, por meio de nota, que a mulher não possui matrícula na instituição. “Ao tomar conhecimento de que uma pessoa tem se passado por estudante, a UFMS constatou que não há matrícula no referido nome, o que foi imediatamente informado à Polícia Federal para apuração”, diz o comunicado.
Já o Hospital Universitário afirmou que a mulher não realizou procedimentos médicos, mas reconhece que ela esteve presente em setores assistenciais. “O HU informa que abriu investigação interna e já foram adotadas medidas administrativas e jurídicas visando proibir a entrada da mulher citada”, declarou a instituição.
A investigação agora busca apurar como a mulher teve acesso às dependências do hospital e se houve conivência ou falhas no controle de acesso à unidade. A pena para o exercício ilegal da medicina, conforme previsto no artigo 282 do Código Penal Brasileiro, é de detenção de seis meses a dois anos, além de multa.
Se o crime for cometido com o fim de lucro, a pena pode ser aumentada em um terço. Caso a atividade ilegal resulte em dano à saúde ou à integridade física da vítima, a pena é agravada, podendo chegar a quatro anos de prisão, dependendo das circunstâncias. A legislação também prevê penalidades administrativas, como interdição do estabelecimento ou proibição de continuar a atividade irregular.
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