Foto: Jaqueline Mocellin/OBemdito
O número de casos de dengue confirmados na 12ª Regional de Saúde de Umuarama subiu para 4.385 nesta semana. A informação consta no novo informe semanal da dengue da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa). A divulgação do boletim aconteceu na terça-feira (3).
De acordo com o informe, a Sesa registrou mais 4.294 casos da doença e seis óbitos nos últimos 7 dias. Os dados do novo ano epidemiológico 2025 totalizam 222.702 notificações, 71.770 diagnósticos confirmados e 71 óbitos em decorrência da dengue no Estado.
Os novos óbitos ocorreram entre março e maio, sendo quatro mulheres e dois homens, com idades entre 24 e 90 anos, e três deles apresentavam comorbidades. Os pacientes residiam em Santa Helena (20ª) Regional de Saúde de Toledo); Mandaguaçu, Maringá e Nova Esperança (15ª RS de Maringá); Porecatu (17ª RS de Londrina) e Telêmaco Borba (21ª RS de Telêmaco Borba).
Ao todo, 398 municípios já apresentaram notificações da doença, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, e 373 possuem casos confirmados.
A 12ª Regional de Saúde de Umuarama tinha 4.127 casos de dengue no boletim do dia 27 de maio. O número subiu para 4.385 nesta semana, ou seja, 258 casos a mais. Entre eles, há 99 casos de dengue com sinais de alerta, 3 de dengue grave e, por fim, 3 óbitos (Mariluz, Esperança Nova e São Jorge do Patrocínio).
As regionais com os maiores números de casos confirmados neste período epidemiológico são a 17ª RS de Londrina (16.902); 14ª RS de Paranavaí (11.578); 15ª RS de Maringá (9.241); 19ª RS de Jacarezinho (5.188); e 16ª RS de Apucarana (4.396).
A publicação inclui ainda dados sobre Chikungunya e Zika, doenças também transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. A Sesa confirmou 4.050 casos de Chikungunya, num total de 8.491 notificações da doença no Estado. Por outro lado, quanto ao vírus Zika, até o momento foram registradas 97 notificações sem nenhum caso confirmado.
A Sesa publica também neste boletim os casos de Oropouche no Paraná, nos municípios de Adrianópolis (44 casos autóctones) e Morretes (2 casos autóctones), além do registro de um caso importado no município de Arapongas (importado do Espírito Santo).
A febre Oropouche é causada pelo vírus Orthobunyavirus oropoucheense (OROV), transmitido principalmente pelo inseto Culicoides paraensis, conhecido como maruim ou mosquito-pólvora. Assim, após picar uma pessoa ou animal infectado, o vetor pode transmitir o vírus a outras pessoas.
Os sintomas da febre Oropouche são semelhantes aos de outras arboviroses, como dengue e chikungunya.
Confira o Informe Semanal completo AQUI. Mais informações sobre os dados da dengue estão neste LINK.
(OBemdito e AEN)
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