Umuarama

Umuarama: Secretaria Municipal do Meio Ambiente promove dia para proteção de nascentes

Por meio da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, a Prefeitura de Umuarama, equipes do escritório regional do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) e apoiadores realizam nesta quinta-feira (21) um dia de campo sobre proteção de nascentes com uso da técnica de solo cimento. O governo do Paraná lançou um ‘desafio’ às regionais e estabeleceu a meta estadual de proteção de 30 mil nascentes até 2026.

O gerente regional do IDR-Paraná de Umuarama, Rafael Mattos, informou que o projeto prevê a proteção de 1 mil fontes em todo Estado já para o próximo dia 21. Depois o projeto será estendido até que sejam atingidas 30 mil fontes, tendo como prazo limite o ano de 2026.

No lançamento do programa serão protegidas cerca de 50 nascentes em propriedades rurais e urbanas dos 21 municípios que compõem a região de Umuarama, sendo as três primeiras no próprio município. A iniciativa tem o apoio do prefeito Celso Pozzobom e do secretário municipal do Meio Ambiente, Walter Luiz Nishiyama Sucupira, que destacou uma equipe para auxiliar na ação.

“Vamos priorizar a região da Estrada Jaborandi, que fica dentro da Área de Proteção Ambiental (APA) do rio Piava, o único manancial de abastecimento da cidade. Das 9h às 12h de quinta-feira teremos o dia de campo na propriedade da senhora Renata Delgado na altura do km 3,2 (primeira entrada à direita após a capelinha)”, convida o secretário.

O encontro terá orientações sobre proteção de nascentes e qualidade da água, execução das ações nas nascentes, plantio de mudas de espécies nativas e uma avaliação, antes do encerramento. Para o trabalho de campo, a organização recomenda o uso de botas, camisa manga longa, filtro solar e repelentes de insetos, para proteção. As presenças devem ser confirmadas pelo telefone (44) 3621-3250.

Embora diversos sistemas comunitários de fornecimento utilizem águas de poços profundos, há ainda muitas famílias que têm como alternativa apenas o uso das águas superficiais, alerta o extensionista do IDR-Paraná responsável pelo projeto na região, Rogério Barbosa. Segundo ele, são conhecidos os riscos sanitários que o consumo de águas superficiais não diagnosticadas, tratadas e monitoradas representam para humanos e animais.

“O programa não deve ser entendido como incentivo ou estímulo ao uso de nascentes para este tipo de consumo, mas uma estratégia de reservação protegida de nascentes potenciais para uso futuro, para que sejam seguras no aspecto sanitário caso venham a ser a única opção das famílias para acesso à água”, completou.

(Com informações assessoria PMU)

Redação

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