O ex-deputado e ex-ministro da Justiça Osmar Serraglio / FOTO MARCELO CAMARGO, AGÊNCIA BRASIL
O suplente Valdir Rossoni (PSDB) vai assumir a vaga na Câmara Federal deixada pelo deputado José Carlos Schiavinato (PP), que morreu na noite desta terça-feira (13), em consequência da Covid. Como isso, o umuaramense Osmar Serraglio (PP) sobe o primeiro da fila da coligação como suplente.
Na eleição de 2018, Serraglio contabilizou 64.572 votos e não conseguiu a reeleição, o que desfalcou a representatividade de Umuarama em Brasília. Ex-ministro da Justiça no governo Temer e profissional aclamado, Serraglio se divide entre a Capital federal e o Paraná, atuando na área jurídica.
Ele costuma responder às pessoas mais próximas que não pretende voltar à cena política, mas existe um movimento em Umuarama e outras regiões do Estado para que o ex-deputado volte a disputar o mandato na eleição do ano que vem.
Depois de Serraglio, seguem como suplentes na coligação, Marco Brasil, Leopoldo Meyer e Felipe Passos.
Valdir Rossoni foi acusado em delação premiada de ter recebido dinheiro ilícito da construção de escolas estaduais, durante o governo Beto Richa, este preso duas vezes por denúncias de corrupção.
Ex-prefeito de Bituruna, na região de Palmas, entre 1983 e 1989, Rossoni conseguiu em 1991 seu primeiro mandato como deputado estadual. Tornou-se um dos caciques da polícia paranaense e entre 2011 e 2014 presidiu a Assembleia Legislativa (Alep).
Em sua primeira tentativa para a Câmara federal, em 2014, elegeu-se com expressivos 177.324 votos. Dois anos depois, em 2016, foi denunciado pelo crime de peculato pela Procuradoria Geral da República, sob a acusação de contratar fantasmas para seu gabinete, o que colocou sua imagem em processo de fritura.
Neste mesmo ano de 2016, pediu licença em Brasília para assumir a chefia da Casa Civil do governador tucano Beto Richa e acumulou mais um desgaste, ao ter o nome envolvido em delação premiada da Operação Quadro Negro. Rossoni responde pelo suposto desvio de dinheiro na construção de escolas públicas.
O deputado federal José Carlos Schiavinato (PP) estava internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) de um hospital em Brasília e não resistiu ao tratamento da Covid-19. A perda do parlamentar acontece 32 dias após a morte da esposa dele, Marlene Schiavinato, também vítima da doença.
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