Fotos: Assessoria PMU
Idosos de grupos do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos para a Pessoa Idosa (SCFVI) tiveram uma experiência diferente nesta semana. Eles participaram de uma meditação em movimento que ajuda a proporcionar o equilíbrio físico, mental e espiritual – a dança circular, realizada na última quinta-feira, no salão da Paróquia São Lucas, no Jardim São Cristóvão.
A atividade completa o planejamento que a cuidadora de idosos Niuslene Aparecida Tasca organizou para este mês, pensando na saúde e no bem-estar dos idosos, e a aprovação foi geral.
“Convidamos a professora Bruna Rabelo, do espaço holístico Amale, conhecedora desta prática que traz vários benefícios e não tem contraindicações. São coreografias revisadas por fisioterapeutas e os idosos simplesmente amaram”, disse a coordenadora do SCFVI, a psicóloga Débora Cristina da Mata.
O sucesso foi tanto que todos os participantes perguntaram quando será a próxima dança, acrescentou a coordenadora.
“A identificação dos idosos com a prática foi excelente. Eles disseram que ela acalma e proporciona alegria. As coreografias de baixa e média complexidade deixaram uma vivência muito positiva e vemos os benefícios imediatamente, através do bem-estar demonstrado pelos participantes. Pelos relatos, eles se sentiram bem, relaxados, foi praticamente uma meditação”, completou.
A cuidadora Niuslene Tasca lembrou que a dança pode ser praticada por pessoas de qualquer idade e condição física, inclusive gestantes e mães com bebês de colo. “Não é necessário nenhuma experiência anterior com dança ou ritmos e os homens também são bem-vindos na roda”, acrescentou.
A professora Bruna Rabelo disse que a dança circular desenvolve a consciência corporal, proporciona flexibilidade e melhora a coordenação motora, especialmente na terceira idade. “Além disso, fortalece o sendo de lateralidade e espaço, amplia a atenção, a percepção, a concentração e a memória, beneficiando também a autoestima, a confiança e o autoconhecimento, aliviando o estresse e a ansiedade”, afirmou.
“É uma prática muito indicada para quem enfrenta a depressão, pois desperta a alegria e a vontade de viver”, completou a professora, que também é enfermeira.
“A atividade ainda não é uma prática contínua, mas pelos resultados certamente queremos promover novos encontros com os idosos, pois as práticas integrativas de saúde trazem muitos benefícios para os idosos”, completou a secretária municipal de Assistência Social, Adnetra Vieira Santana.
(Assessoria PMU)
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