Umuarama

Região deve ter medidas mais rígidas para conter a Covid; lockdown não está descartado

Membros do Centro de Operações de Emergência (COE), 12ª Regional de Saúde, Ministério Público Estadual e Amerios (Associação dos Municípios do Entre Rios) estiveram reunidos durante a tarde desta segunda-feira (24) no anfiteatro da Prefeitura de Umuarama para traçar medidas mais rígidas de enfrentamento à Covid-19.

Umuarama e cidades da região têm registrado aumento no número de casos e isso tem chamado a atenção das autoridades para que busquem medidas mais restritivas de controle e avanço da doença.

A possibilidade de um novo lockdown não está descartada. As novas regras de enfrentamento serão definidas durante a tarde de terça-feira (25). Um novo decreto está sendo elaborado pela Assessoria Jurídica do município de Umuarama.

O prefeito Celso Pozzobom destacou a importância de adotar novas medidas para reduzir a circulação de pessoas e também o contato entre elas para diminuir os números de casos na cidade. As medidas serão adotadas em comum acordo com a Associação de Municípios do Entre Rios (Amerios).

‘’Umuarama não pode tomar uma decisão isolada. É necessário que os municípios da Amerios acatem as determinações sugeridas por Umuarama. É que nós estamos próximos de um colapso como ocorreu em Manaus”, disse o prefeito Celso Pozzobom, acrescentando que somente com medidas mais restritivas será possível baixar o nível de transmissão da doença que hoje é alta em todo noroeste.

Umuarama é referência para a cidades da região. E hoje todos os leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Praticamente leitos de enfermaria estão lotados. Há pacientes aguardando por leitos em toda macronoroeste.

No encontro foi abordada a questão dos pacientes pós Covid ( aqueles já não estão mais em fase de transmissão do vírus, mas que ainda estão internados). Hoje são 32 em Umuarama. Segundo Viviane Herrera, da Regional de Saúde, outros hospitais devem receber esses pacientes para liberar vagas na Ala Covid para aqueles que estão com a doença e não tem leito.

A situação do PA também é crítica e 11 pacientes estão em uma sala pequena, além de 6 que estão em cadeiras aguardando leitos e transferência.

Viviane também afirmou que a Uopeccan tem estrutura física para credenciar mais leitos clínicos, mas não tem funcionários para habilitar. Segundo ela, o Estado está determinado em credenciar novos leitos, mas sem pessoal não há possibilidade alguma.

Confira a entrevista com Viviane Herrera:

Redação

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