Foto: Prefeitura de Umuarama
O crescimento do número de casos de dengue em Umuarama, nas últimas semanas, aumentou bastante o trabalho dos agentes de combate a endemias (ACE), que fazem parte do Serviço de Vigilância em Saúde Ambiental da Secretaria Municipal de Saúde. A jornada começa bem cedinho – por volta das 6h da manhã – e se estende até depois das 18h, envolvendo bloqueio larvário e dedetização nos locais onde há confirmação de casos.
Para ilustrar o aumento da incidência de dengue entre a população umuaramense, o secretário municipal da Saúde, Herison Cleik da Silva Lima, informa que nos meses de março e abril (até o dia 14) foram confirmados 305 casos – mais de 75% dos 402 casos acumulados no atual ano epidemiológico, iniciado em 1º de agosto do ano passado.
“Até o final de fevereiro tínhamos 97 casos positivos e a partir de 1º de março até a última semana esse volume aumentou para mais de 400. A situação se agravou com muita rapidez, devido às condições climáticas (calor e chuva) e também à falta de cuidado da população com os seus quintais. É necessário o esforço de todos para conter a infestação do mosquito transmissor da dengue e, desta forma, reduzirmos o avanço dos casos”, disse o secretário.
A coordenadora da Vigilância em Saúde Ambiental, Renata Luzia Ferreira, explica que com o aumento do surto – que já atinge as regiões de cinco unidades de saúde da cidade onde vivem 31 mil habitantes (Centro de Saúde Escola, Panorama, Posto Central, Guarani/Anchieta e Jardim Cruzeiro) – os agentes de combate à dengue estão trabalhando no entorno de todas as residências onde surgem casos positivos.
“Quando recebemos a confirmação de cada caso, uma equipe se desloca à residência do paciente para o bloqueio larvário – uma visita de casa a casa para eliminar criadouros do mosquito num raio de 300 metros em torno da moradia do infectado”, explica Renata. Em seguida, outra equipe aplica inseticida com bomba costal para eliminar o mosquito adulto (alado) e evitar que outras pessoas sejam contaminadas.
Em cada caso positivo, o trabalho envolve bloqueio larvário para eliminar criadouros e o bloqueio químico para eliminar os mosquitos, “e esse trabalho tem que ser realizado duas horas antes do sol nascer e duas horas antes do pôr do sol, conforme as normas das autoridades sanitárias para maior efetividade do inseticida”, completa o secretário Herison Lima.
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