Foto: PMU
O novo Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (Liraa), realizado nesta semana – entre os dias 7 a 11 de março –, trouxe mais um alerta para a população de Umuarama: o número de imóveis com larvas do mosquito transmissor da dengue aumentou 300% em comparação com o apurado em janeiro deste ano, passando de 0,7% para 2,8% segundo o Serviço de Vigilância em Saúde Ambiental.
Foram visitados 2.161 imóveis e em 60 os fiscais encontraram larvas.
O aceitável, conforme as autoridades de saúde, é de até 1%. Uma infestação predial entre 1% a 3,9% – caso de Umuarama, hoje – é considerada de médio risco para a incidência de dengue e acima de 4% é alto risco. Não foram encontradas larvas nos imóveis visitados em apenas quatro das 18 regiões que contam com unidades de saúde na área urbana. O índice não é apurado nos distritos.
A situação mais grave é a do Jardim São Cristóvão, onde foi detectada infestação em 9,2% dos imóveis, seguida pelo Guarani/Anchieta (7,4%) e Conjunto Sonho Meu (6,5%). Em outras 11 unidades de saúde a presença de larvas do mosquito variou entre 0,4% e 4,3% dos imóveis visitados pelos agentes de combate a endemias da Secretaria Municipal de Saúde.
Por localidade, a condição mais crítica é da região da Igreja São Paulo, onde o índice de infestação predial atingiu 16%. A Praça dos Xetá ficou próximo disso (15%), seguida pelo Parque San Marino (12%), Jardim Império do Sol (11%), Jardim Nova América e Escola Paulo Freire (10% em cada) e Zona 2 (infestação de 9,1%).
Em outras dez localidades o índice também ficou muito acima do aceitável (entre 5,5% e 7,7%) e em 15 bairros da cidade variou entre 1,3% e 4%. Em outras 29 localidades não foram encontrados focos do mosquito da dengue.
Como a incidência de calor e pancadas de chuvas nos últimos dias, mesmo que de forma isolada, o momento é de intensificar os cuidados. É necessário que a população faça vistorias de forma rotineira no quintal, para eliminar quaisquer recipientes que possam acumular água parada, como baldes, tinas, pneus, latinhas, vasos de plantas, brinquedos velhos e materiais recicláveis.
“Tudo deve ser bem armazenado e protegido da chuva para dificultarmos a reprodução do mosquito. Os casos de dengue estão aumentando em Umuarama. Só nesta semana foram registrados mais 36 pessoas com dengue”, alertou a coordenadora da Vigilância Ambiental, Renata Luzia Ferreira.
(Fonte: Prefeitura de Umuarama)
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