Foto: Assessoria PMU
Com apoio da Guarda Municipal e da Polícia Militar, o Centro Pop vem realizando ações de abordagem e orientação a pessoas em situação de rua que ocupam as praças da cidade. Atitudes dessas pessoas têm gerado diversas reclamações por parte da população. As queixas são de coação e ameaça, diante da negativa aos pedidos de esmola, e o dinheiro obtido geralmente é usado para o consumo de bebidas alcoólicas.
A maioria das reclamações refere-se a um grupo que frequenta a Praça Arthur Thomas, uma das mais centrais de Umuarama, mas também há casos nas praças Miguel Rossafa e Anchieta e também entorno do Terminal Urbano Praça da Bíblia e imediações da rodoviária velha
. “Nós abordamos as pessoas, explicamos a situação e orientamos que voltem para suas casas – já que a grande maioria tem residência em Umuarama, mas prefere permanecer nas praças”, explicou o coordenador do Centro Pop, Roger Brambilla Giopato.
A situação é agravada pelo abuso de bebidas alcoólicas e entorpecentes. “Nossa equipe orienta e encaminha para os serviços de acolhimento disponíveis, como a Apromo (banho, pouso e alimentação), a Casa da Sopa (almoço), o Centro Pop e outros parceiros, e também para tratamentos de saúde, além de conceder passagens de ônibus para quem quer retornar à sua cidade de origem, mas raramente eles aceitam”, acrescenta o coordenador.
Essas pessoas preferem permanecer nas praças e ruas e às vezes são até agressivos, “por isso é fundamental o acompanhamento das forças de segurança durante as abordagens”, destacou a secretária municipal de Assistência Social, Adnetra dos Prazeres Santana. Nas 15 abordagens realizadas na última terça-feira, 18, apenas um homem aceitou o acolhimento e foi encaminhado para o ambulatório de infectologia, para investigar uma suspeita de tuberculose. “No momento o pessoal até se dispersa, mas depois voltam a se reunir”, emendou.
As maiores vítimas da coação são mulheres e idosos, que se sentem ameaçados pela forma com que são abordados nas praças. Roger Brambilla orienta que quem for abordado de forma mais intimidadora deve procurar a Delegacia de Polícia e prestar queixa. “Com a representação na Justiça, os órgãos de segurança têm mais forma para agir e inibir esse tipo de comportamento”, explicou.
As abordagens às pessoas em situação de rua são rotineiras, por parte da equipe do Centro Pop, e devem ser intensificadas com o aumento das reclamações da população. “Eles têm o direito de ir e vir e de permanecer em áreas públicas, mas também precisam respeitar as pessoas que transitam por esses locais no seu dia a dia. Estamos recebendo muitas reclamações nos últimos tempos e vamos ampliar o acompanhamento”, completou Adnetra.
(Assessoria PMU)
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