Jaqueline Mocellin Publisher do OBemdito

Acusado de homicídio qualificado enfrenta júri popular em Umuarama nesta sexta-feira

Foto: Danilo Martins/Arquivo OBemdito
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Jaqueline Mocellin - OBemdito
Publicado em 21 de agosto de 2026 às 13h42 - Modificado em 21 de agosto de 2026 às 13h42

O júri popular de Leôncio Rodrigues Manço movimenta o Fórum de Umuarama nesta sexta-feira (21). A sessão do Tribunal do Júri, iniciada às 9h e conduzida pelo juiz de direito titular da 1ª Vara Criminal, Adriano Cezar Moreira, julga o réu acusado de homicídio qualificado por motivo fútil.

Durante o período da manhã, o tribunal ouviu todas as testemunhas indicadas pela acusação e pela defesa. Após a pausa para o almoço, os trabalhos retornam para o interrogatório do réu. Em seguida acontecerão as sustentações orais, momento em que a acusação e a defesa discutem o caso para tentar convencer os jurados. Posteriormente, o corpo de jurados segue para uma sala secreta de votação. E, por fim, o juiz faz a leitura da sentença. Ainda não há previsão de horário para o término da sessão de julgamento.

O Ministério Público do Paraná (MPPR), representado pelo promotor de justiça Caio di Rienzo no júri, denunciou Leôncio com base no artigo 121, § 2º, inciso II, do Código Penal. O crime aconteceu no dia 9 de maio de 2025, por volta das 4h, na Rua Cambé, na Zona I de Umuarama.

De acordo com a denúncia do MPPR, na ocasião, o acusado agiu dolosamente com intenção de matar e efetuou quatro disparos de arma de fogo contra Ricardo Correia de Mello Júnior. Conforme os laudos, os tiros atingiram o lado direito do peito, a lateral esquerda na região das costelas e as costas da vítima, provocando a sua morte.

Ricardo Correia de Mello Júnior foi alvo do acusado no dia 9 de maio de 2025 – Foto: Acervo da família

Defesa do réu

A banca de defesa do acusado no júri conta com os advogados Delfer Dalque de Freitas e Beatriz Burgo de Oliveira. Em conversa com OBemdito na tarde de quinta-feira (20), a advogada Beatriz informou que a defesa não iria se manifestar sobre o júri naquele momento. Porém, poderá conversar com a reportagem nesta sexta-feira.

O réu se encontra preso. A Polícia Civil realizou sua prisão no dia 24 de maio de 2025, poucos dias após o crime. O MPPR aponta que o réu motivou a ação por uma rixa decorrente do envolvimento amoroso com uma mulher.

Julgamento de Leôncio Rodrigues Manço acontece nesta sexta-feira – Foto: Colaboração/OBemdito

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