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Gaeco prende suspeito de liderar organização criminosa em Umuarama

Prisão realizada nesta terça-feira é mais um desdobramento da Operação Rové, que investiga tráfico de drogas, armas e lavagem de dinheiro (Foto MPPR)
Gaeco prende suspeito de liderar organização criminosa em Umuarama
Rudson de Souza - OBemdito
Publicado em 16 de junho de 2026 às 18h20 - Modificado em 17 de junho de 2026 às 16h42

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Umuarama cumpriu nesta terça-feira (16) um mandado de prisão preventiva contra o homem apontado como líder de uma organização criminosa investigada na Operação Rové.

A ação é um desdobramento da operação deflagrada pelo Ministério Público do Paraná para combater crimes ligados ao tráfico de drogas, comércio ilegal de armas e lavagem de dinheiro na região.

Após a prisão, as equipes deram continuidade às diligências para localizar um veículo que, segundo as investigações, era utilizado para prestar suporte logístico ao suspeito.

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Com apoio de policiais militares do 25º Batalhão da Polícia Militar, os agentes localizaram o automóvel e prenderam outro homem que estava em posse de uma pistola calibre 9 milímetros e conduzia um veículo com sinais identificadores adulterados.

A Operação Rové foi lançada pelo Gaeco em maio deste ano e teve como foco uma suposta organização criminosa com atuação em Umuarama e municípios vizinhos. Na ocasião, foram cumpridos mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão autorizados pela Justiça.

As investigações tiveram origem em setembro de 2025, quando um dos integrantes do grupo foi preso em flagrante. Durante a abordagem, as forças de segurança apreenderam aproximadamente três quilos de crack e um fuzil. Segundo o Ministério Público, o entorpecente estava avaliado em cerca de R$ 120 mil.

Ao longo da apuração, os investigadores reuniram elementos que apontam para uma estrutura criminosa voltada ao tráfico de drogas e armas de fogo, além da movimentação de recursos de origem ilícita por meio de operações financeiras destinadas a ocultar a procedência do dinheiro.

Durante a primeira fase da operação, a Justiça também autorizou o bloqueio de contas bancárias e ativos financeiros dos investigados, além do sequestro de um veículo e da indisponibilidade de um imóvel que seria resultado da atividade criminosa.

O nome da operação faz referência à palavra hebraica “Rové”, que significa fuzil ou rifle, em alusão à arma apreendida no início das investigações. As investigações continuam para identificar outros envolvidos e aprofundar a apuração sobre a atuação da organização criminosa na região.

(Com informações do MPPR)

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