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Rudson de Souza Publisher do OBemdito

Mulher acolhida por funcionários de loja é encaminhada à assistência social em Umuarama

Mulher encontrada dormindo em frente a loja no centro de Umuarama recebeu acolhimento de funcionários e foi encaminhada ao Centro Pop (Foto divulgação/rede social)
Mulher acolhida por funcionários de loja é encaminhada à assistência social em Umuarama
Rudson de Souza - OBemdito
Publicado em 22 de maio de 2026 às 12h18 - Modificado em 22 de maio de 2026 às 12h19

Uma atitude de acolhimento mobilizou funcionários de uma loja de confecções na manhã desta sexta-feira (22), em Umuarama.

Ao chegarem para o expediente no Lookão Confecções, na avenida Paraná, região da antiga rodoviária, colaboradores encontraram uma mulher dormindo em frente ao estabelecimento.

Segundo a gerente da loja, Eliane de Souza Pina de Mello, de 54 anos, a equipe decidiu ajudá-la imediatamente. A mulher foi levada para dentro do comércio, recebeu cuidados de higiene e ganhou roupas novas.

“Na hora que vimos ela ali, resolvemos colocar para dentro da loja. Limpamos com lenços umedecidos e demos roupas limpas”, contou a gerente.

A mulher se apresenta como Maria Dejanira Pereira e afirma ter 37 anos. Conforme Eliane, ela aparentava estar desorientada e confusa, embora não demonstrasse características típicas de quem vive em situação de rua.

“Ela parece muito perdida. Não tem aparência de moradora de rua. Está quietinha, calma, mas confusa”, relatou.

Desde o início da manhã, os funcionários tentavam contato com órgãos de assistência social para buscar apoio no atendimento da mulher.

A empresa procurou a Associação de Apoio à Promoção Profissional de Umuarama (Apromo) e também o Centro Pop de Umuarama.

Segundo a gerente, a suspeita era de que Maria pudesse estar perdida ou afastada da família. Durante as conversas, ela teria afirmado morar no Jardim Porto Belo, em Umuarama.

Após a mobilização feita pela equipe da loja, uma equipe do Centro Pop foi até o estabelecimento e realizou o encaminhamento da mulher para atendimento especializado.

Até a chegada da assistência social, Maria permaneceu dentro da loja, acompanhada pelos funcionários. “Ela ficou sentadinha ao lado do caixa, quietinha”, lembrou Eliane.

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