Rudson de Souza Publisher do OBemdito

Equipe de loja acolhe mulher aparentemente perdida e procura familiares em Umuarama

Funcionários de uma loja na avenida Paraná acolheram mulher encontrada dormindo na calçada e tentam localizar familiares em Umuarama (Foto divulgação/redes sociais)
Equipe de loja acolhe mulher aparentemente perdida e procura familiares em Umuarama
Rudson de Souza - OBemdito
Publicado em 22 de maio de 2026 às 09h47 - Modificado em 22 de maio de 2026 às 10h59

Uma atitude de acolhimento mobilizou funcionários de uma loja de confecções na manhã desta sexta-feira (22), em Umuarama.

Ao chegarem para o expediente no Lookão Confecções, na avenida Paraná, região da antiga rodoviária, colaboradores encontraram uma mulher dormindo na entrada do estabelecimento.

Segundo a gerente da loja, Eliane de Souza Pina de Mello, de 54 anos, a equipe decidiu ajudá-la imediatamente. A mulher foi levada para dentro do comércio, recebeu cuidados de higiene e ganhou roupas novas.

“Na hora que vimos ela ali, resolvemos colocar para dentro da loja. Limpamos com lenços umedecidos e demos roupas limpas”, contou a gerente.

A mulher se apresenta como Maria Dejanira Pereira e afirma ter 37 anos. Conforme Eliane, ela aparenta estar confusa e desorientada, mas não demonstra características típicas de quem vive em situação de rua.

“Ela parece muito perdida. Não tem aparência de moradora de rua. Está quietinha, calma, mas confusa”, relatou.

Desde a manhã, a empresa tenta contato com a Associação de Apoio à Promoção Profissional de Umuarama (Apromo) e também com o Centro Pop de Umuarama para buscar auxílio no atendimento da mulher.

A suspeita da gerente é de que Maria possa estar desaparecida ou afastada da família. Segundo o que ela conseguiu entender durante as conversas, a mulher diria morar no Jardim Porto Belo, em Umuarama.

Até a publicação desta reportagem, Maria continuava dentro da loja, acompanhada pelos funcionários.

“Ela ficou sentadinha ao lado do caixa, quietinha”, disse Eliane. Enquanto aguardam uma solução, os colaboradores seguem tentando localizar familiares ou pessoas que reconheçam a mulher.

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