Salva-vidas morre após ser sugado por ralo em famoso parque aquático
Um salva-vidas morreu após sofrer um grave acidente enquanto trabalhava no parque aquático Wet’n Wild, em Itupeva, no interior de São Paulo. O caso ocorreu na tarde desta terça-feira (13). Segundo o boletim de ocorrência, o funcionário foi sugado pelo ralo de um brinquedo e se afogou no local.
A vítima foi identificada como Guilherme da Guerra Domingos. De acordo com a polícia, ele trabalhava no parque havia mais de dois anos. Além disso, exercia a função de salva-vidas e conhecia a rotina operacional das atrações.
Vítima foi promovida em 2025
Em outubro de 2025, o parque promoveu Guilherme ao cargo de líder da equipe. Portanto, ele também tinha atribuições de coordenação durante o expediente. A polícia registrou a informação no boletim da ocorrência.
No momento do acidente, Guilherme atuava em uma atração chamada Walter Bomb. Conforme o registro policial, ele realizou um mergulho durante o trabalho. Em seguida, o ralo do brinquedo o sugou, o que o deixou preso.
Como resultado, o funcionário sofreu afogamento ainda dentro da atração. Diante da situação, o líder da equipe, identificado como Marcos, iniciou o resgate. Outros profissionais do parque ajudaram na retirada da vítima da água.
Além disso, uma médica que estava no parque participou do atendimento inicial. Os profissionais prestaram os primeiros socorros enquanto aguardavam o socorro especializado. Portanto, a equipe acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Itupeva.
O Samu levou Guilherme ao Hospital Nossa Senhora Aparecida. No entanto, os médicos confirmaram a morte por afogamento às 14h25. A informação consta no registro oficial da ocorrência.
Nota oficial do parque aquático
Em nota oficial, o Wet’n Wild informou que fechará o parque ao público nesta quarta-feira (14). Segundo a empresa, a decisão ocorre “em respeito à vítima” e para colaborar com as investigações. A administração também afirmou que comunicou o caso às autoridades competentes.
Além disso, o parque declarou que apura internamente as circunstâncias do acidente. A empresa afirmou que segue os protocolos de segurança exigidos para o funcionamento das atrações. No entanto, não detalhou as medidas adotadas no brinquedo envolvido.
A Polícia Civil assumirá a investigação do caso. Os investigadores irão analisar as condições de funcionamento da atração. Além disso, a polícia avaliará os procedimentos de segurança adotados no momento do acidente.
Enquanto isso, a ocorrência gerou comoção entre funcionários e frequentadores do parque. O caso reacende o debate sobre segurança em parques aquáticos. Portanto, as autoridades devem priorizar a apuração técnica do equipamento.
Por fim, a polícia informou que ouvirá testemunhas nos próximos dias. O objetivo é esclarecer as causas do acidente e definir eventuais responsabilidades.
Fonte: Brasil 247





