Foto: Denis Ferreira Netto/Sedest
O Programa Permanente de Esterilização de Cães e Gatos, o CastraPet Paraná, inicia uma nova etapa em 2026 com foco na ampliação do atendimento. O 5º ciclo foi lançado pelo Governo do Estado no Parque Barigui, em Curitiba, e marca um dos maiores investimentos já destinados à proteção animal no Paraná.
O programa prevê 105 mil castrações até julho de 2026, número que iguala o acumulado de 2020 a 2025. Além disso, a iniciativa alcançará 315 municípios, incluindo Umuarama e mais 18 cidades da região, o que representa 79% do território paranaense.
Umuarama será a primeira cidade da região a receber o CastraPet em 2026, com ações previstas para 9 e 10 de janeiro. Em seguida, a agenda avança pelos municípios vizinhos:
Maria Helena (11/01), Nova Olímpia (12/01), Ivaté e Icaraíma (13/01), Tuneiras do Oeste (16/03), Cidade Gaúcha (18/03), Mariluz (30/04), Brasilândia do Sul (06/06), Francisco Alves (09/06), Iporã (9 e 10/06), Alto Piquiri (11/06), Perobal e Cafezal do Sul (12/06), Altônia e São Jorge do Patrocínio (13/06), Pérola e Esperança Nova (14/06) e Xambrê (15/06).
O Estado investe R$ 19,8 milhões nesta fase, valor 106% maior que o aplicado no ciclo anterior. Além disso, segundo o Governo, o aumento garante a continuidade das ações e fortalece a política pública de proteção animal. Por sua vez, a contrapartida dos municípios soma cerca de R$ 1,8 milhão, destinados à produção de cartilhas educativas, vacinação antirrábica e materiais de conscientização ambiental.
O secretário estadual do Desenvolvimento Sustentável, Rafael Greca, reforçou o impacto do programa. “O Paraná sustentável cresce com mais esse investimento, de quase R$ 20 milhões, nesse importante programa de proteção animal. Um projeto com o ideal de bem servir a população, evitando o abandono dos nossos pets”, afirmou.
Coordenado pelo Instituto Água e Terra, o CastraPet atende animais de famílias de baixa renda, protetores independentes e organizações não governamentais. A proposta integra saúde animal, ambiental e humana, já que a esterilização reduz o abandono, previne zoonoses e incentiva a posse responsável.
O diretor-presidente do IAT, Everton Souza, destacou o caráter municipalista da ação. “Essa é uma iniciativa relevante para o bem-estar animal, para o meio ambiente e para a saúde pública”, disse.
Por fim, a coordenadora do projeto, Girlene Jacob, reforçou o papel da educação ambiental. “Estamos ampliando essa frente com uma cartilha didática sobre o combate aos maus-tratos. Queremos conscientizar as pessoas cada vez mais cedo”, explicou.
Com a nova etapa, o CastraPet reforça a importância do cuidado com cães e gatos e, além disso amplia o alcance das políticas públicas de proteção animal e coloca a região de Umuarama entre as que terão um dos ciclos mais intensos do programa em 2026.
(Com informações AEN)
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