Foto: PCPR
A Polícia Civil do Paraná (PCPR), por meio da Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc) de Maringá, deflagrou nesta semana a Operação Off-Label, que desmantelou um esquema de tráfico de anabolizantes e lavagem de dinheiro com atuação em diversas regiões do Estado. A ofensiva contou com apoio das unidades da Denarc de Londrina, Pato Branco e do Instituto de Identificação.
A operação resultou na prisão de seis pessoas — três homens e três mulheres — e na apreensão de seis veículos de alto padrão, avaliados em cerca de R$ 1,24 milhão. Entre os bens apreendidos estão três Tiggo 8, um Tiggo 7, uma Kia Sportage e uma motocicleta Honda GL 1800 Gold Wing Tour, modelo de luxo de elevado valor comercial. Também foram apreendidos anabolizantes, medicamentos irregulares e uma arma de fogo.
As investigações começaram após funcionários dos Correios identificarem encomendas suspeitas contendo anabolizantes escondidos em eletrodomésticos, como chaleiras e panelas de pressão. A partir disso, a Denarc de Maringá descobriu uma organização criminosa com estrutura bem definida, que movimentou mais de R$ 4 milhões em transações bancárias incompatíveis com os rendimentos declarados.
De acordo com a Polícia Civil, o grupo utilizava empresas de fachada, contas de passagem e técnicas de dissimulação patrimonial para praticar todas as fases da lavagem de dinheiro — colocação, ocultação e integração. A logística de envio interestadual envolvia remetentes falsos e disfarce dos produtos dentro de objetos domésticos.
Durante o cumprimento dos mandados, um bunker foi localizado em uma casa no bairro Vila Nova, em Maringá. As ações incluíram prisões preventivas, buscas e apreensões, quebras de sigilo bancário e fiscal, além do bloqueio de ativos, imóveis e veículos.
O delegado Leandro Roque Munin, responsável pelas investigações, afirmou que a operação atingiu o cerne financeiro da quadrilha.
“Atingimos diretamente a estrutura patrimonial do grupo criminoso, interrompendo o fluxo de recursos e enfraquecendo sua capacidade operacional. A repressão qualificada é essencial para combater o crime organizado de forma eficaz”, declarou.
As investigações continuam para identificar outros envolvidos, rastrear a origem dos recursos e ampliar a responsabilização criminal.
A PCPR reforça que denúncias anônimas podem ser feitas pelos canais oficiais da instituição, com garantia de sigilo.
Um homem morreu após entrar em confronto com policiais militares do Batalhão de Choque, na…
Umuarama já iniciou os preparativos para receber a Fase Estadual dos Jogos da Juventude do…
Trabalhadores de uma obra vizinha estranharam o chuveiro ligado e o forte odor vindo da…
Quatro meses de espera, angústia e esperança terminaram em dor para duas famílias do Paraná.…
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) localizou nesta sexta-feira (21) os corpos das duas primas…
Polícia Civil chegou ao imóvel no Jardim Tropical após receber denúncias sobre a venda de…
Este site utiliza cookies
Saiba mais