Polícia Militar e Conselho Tutelar foram acionados após apreensão de cigarros eletrônicos (Foto PMPR)
A Polícia Militar registrou duas ocorrências envolvendo adolescentes em posse de dispositivos eletrônicos para fumar, conhecidos como pods, em escolas do Noroeste do Paraná.
Os casos foram atendidos em Iporã e Douradina e resultaram na apreensão do material e no encaminhamento dos estudantes às autoridades competentes.
Na manhã desta quinta-feira (25), em Iporã, a PM foi acionada por uma instituição de ensino no bairro Alto Ipiranga, após a constatação de que um aluno de 15 anos portava um pod.
O material foi recolhido, e o adolescente, acompanhado de sua responsável legal e representantes da escola, foi levado até a sede da PM e, posteriormente, à Delegacia de Polícia Civil.
Já na tarde, em Douradina, policiais atenderam a uma solicitação do Colégio Cívico-Militar, no Centro da cidade. No local, foram encontrados cigarros eletrônicos em posse de alunos.
Um adolescente de 14 anos foi identificado, e o Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar a ocorrência.
Assim como no caso anterior, os estudantes, seus responsáveis e os materiais apreendidos foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Paraná, os procedimentos seguem orientações do Ministério Público e visam coibir o uso de dispositivos eletrônicos para fumar em ambiente escolar.
Os cigarros eletrônicos, frequentemente comercializados como alternativa segura ao tabaco tradicional, representam graves riscos à saúde pública.
Esses dispositivos funcionam aquecendo um líquido (geralmente contendo nicotina, aromatizantes e outras substâncias químicas) que é inalado pelo usuário em forma de aerossol.
Apesar da percepção de menor nocividade, estudos demonstram que o vapor liberado contém partículas ultrafinas, metais pesados como chumbo e níquel, além de compostos orgânicos voláteis e carcinógenos como o formaldeído.
Entre os principais danos à saúde estão lesões pulmonares agudas (como a EVALI – Doença Pulmonar Associada ao Uso de Cigarro Eletrônico), irritação das vias aéreas, aumento da pressão arterial e frequência cardíaca, e dependência nicotínica, particularmente preocupante entre jovens, devido aos aromas atrativos.
Pesquisas recentes associam o uso prolongado a riscos elevados de doenças cardiovasculares, bronquite crônica e comprometimento do desenvolvimento cerebral em adolescentes.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que esses dispositivos são prejudiciais à saúde e não possuem qualquer comprovação como método de redução de danos ou auxílio à cessação do tabagismo.
No Brasil, a comercialização, importação e propaganda de cigarros eletrônicos são proibidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) desde 2009, medida respaldada pelo crescente corpo de evidências sobre seus malefícios.
A exposição passiva ao aerossol também preocupa, uma vez que as partículas tóxicas podem contaminar ambientes fechados, afetando não-usuários.
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