Foto: Danilo Martins/OBemdito
A Polícia Científica de Umuarama participa da campanha de coleta de DNA de famílias de pessoas desaparecidas. Primeiramente, o objetivo é ampliar as chances de localização e identificação de desaparecidos, com o uso de tecnologia e métodos científicos avançados.
A Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) coordena a iniciativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). A campanha tem parceria de laboratórios de genética forense, delegacias especializadas e órgãos estaduais. A ação também promove uma força-tarefa nacional para agilizar a análise de perfis genéticos pendentes.
A Campanha Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas teve início nesta terça-feira (5). A mobilização visa incentivar familiares de pessoas desaparecidas a doarem material genético. As amostras coletadas serão inseridas no Banco Nacional de Perfis Genéticos. Posteriormente, os órgãos competentes farão a comparação com perfis de pessoas falecidas não identificadas ou de indivíduos vivos sem identificação formal. O término das coletas de DNA será no dia 15 de agosto.
Os moradores de Umuarama e da região que têm familiares desaparecidos podem ir até a sede da Polícia Científica para fazer a coleta de DNA. A unidade está localizada na avenida Estação nº 2400, sala 1, Zona VI, ao lado do Instituto Médico-Legal (IML) nas proximidades da Delegacia de Polícia Civil.
A Defensoria Pública do Estado do Paraná (DPE-PR) iniciou na última segunda-feira (4) o período de inscrições para a campanha “Meu Pai Tem Nome”. O objetivo é promover o reconhecimento de paternidade através de exames de DNA gratuito. A ação acontece em nove cidades paranaenses, incluindo Umuarama, e é aberta também a moradores de municípios vizinhos. Veja mais detalhes aqui.
Confira abaixo informações importantes sobre a campanha:
– Por que doar?
A coleta de DNA de familiares de desaparecidos possibilita o cruzamento com perfis genéticos de pessoas encontradas vivas e falecidas com identidade desconhecida nos Bancos Estaduais, Distrital e Nacional de perfis genéticos.
– Quem pode doar?
Familiares preferencialmente de primeiro grau da pessoa desaparecida, seguindo a ordem de preferência: pai e mãe; filhos e o genitor do filho da pessoa desaparecida; irmãos. Se você já doou seu material genético, não precisa realizar a coleta novamente.
– Onde fazer a coleta?
Em todas as Unidades de Execução Técnico-Científicas da Polícia Científica do Paraná.
– O que levar?
Leve seu documento de identificação e o Boletim de Ocorrência de desaparecimento, feito na Polícia Civil do Paraná. Além disso, se disponível, leve objetos pessoais do desaparecido que possam conter material genético, como escova de dente, amostra de cordão umbilical ou um dente guardado doou seu material genético, não precisa realizar a coleta novamente.
– Como funciona?
Os bancos de DNA, administrados por peritos oficiais, armazenam perfis genéticos de pessoas de identidade desconhecida e de familiares de desaparecidos. A comparação dos perfis é contínua para facilitar a identificação.
– Uso exclusivo.
O DNA coletado será utilizado exclusivamente para a busca e identificação de pessoas desaparecidas. Por fim, a Polícia Científica lembra que os familiares podem fazer a coleta a qualquer tempo, mesmo após o término da campanha.
(Informações: OBemdito e AEN)
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