Abordagem foi feita na tarde desta quarta (9); preso já tinha antecedentes criminais por tráfico (Foto PMPR)
Um homem de 31 anos, monitorado por tornozeleira eletrônica e com antecedentes por tráfico de drogas, foi preso novamente pelo mesmo crime na tarde desta quarta-feira (9), no município de Rondon, Noroeste do Paraná.
A prisão ocorreu por volta das 15h30, durante patrulhamento de rotina da Polícia Militar, quando os agentes notaram o comportamento suspeito do indivíduo, que tentou fugir ao avistar a viatura.
Ele foi abordado nas proximidades e, durante a revista, os policiais encontraram 46 invólucros de papel-alumínio contendo substância análoga ao crack, totalizando cerca de 11,7 gramas, além de R$ 22 em dinheiro trocado, caracterizando a comercialização do entorpecente.
Diante da constatação, o homem recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Cidade Gaúcha, onde permanece à disposição da Justiça. A Polícia Militar destacou que a ação reforça a importância da fiscalização contínua de indivíduos monitorados e do combate ao tráfico local.
A tornozeleira eletrônica é um dispositivo de monitoramento utilizado pelo sistema judiciário brasileiro como alternativa ao encarceramento ou como medida de segurança. Consiste em uma pulseira eletrônica instalada no tornozelo do monitorado, que emite sinais para um sistema central sempre que o indivíduo ultrapassa os limites geográficos estabelecidos pela Justiça.
Esse equipamento é comumente aplicado em casos de prisão domiciliar, medidas protetivas (como na Lei Maria da Penha), regime semiaberto ou liberdade condicional. A tecnologia permite que autoridades rastreiem em tempo real a localização do usuário, garantindo o cumprimento de restrições judiciais, como manter distância da vítima ou não se aproximar de determinados locais.
Quando ocorre uma violação das regras, como a tentativa de remoção do dispositivo ou a entrada em áreas proibidas, o sistema emite alertas imediatos para os órgãos responsáveis, que podem tomar providências como a revogação do benefício e a recondução ao cárcere.
Apesar de ser considerada uma ferramenta eficiente para reduzir a superlotação carcerária e permitir a ressocialização, a tornozeleira enfrenta críticas por falhas técnicas ocasionais e por seu alto custo operacional.
No Brasil, o uso do dispositivo está previsto na Lei de Execução Penal e em legislações específicas, como a Lei Maria da Penha, sendo administrado por órgãos como o Departamento de Monitoramento Eletrônico de Presos (DMEP).
A eficácia depende da integração entre tecnologia, fiscalização e políticas públicas adequadas. Embora não substitua completamente a prisão tradicional, representa um avanço na modernização do sistema penal e na proteção de vítimas em situações de risco.
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