Cotidiano

Onze meses após destruição, fábrica de estofados volta a pegar fogo em Cruzeiro do Oeste

Uma das suspeitas é que o incêndio tenha sido causado por um raio ou após o desabamento de parte da cobertura do barracão

FOTO: REDES SOCIAIS
Onze meses após destruição, fábrica de estofados volta a pegar fogo em Cruzeiro do Oeste
Leonardo Revesso
OBemdito
24 de outubro de 2021 12h01

O fogo destruiu parte de uma das unidades da fábrica de estofados Requinte, em Cruzeiro do Oeste, na noite deste sábado (23). É a segunda vez, em menos de 11 meses, que os donos da empresa têm prejuízos por conta das chamas.

Uma das suspeitas é que o incêndio tenha sido causado por um raio ou após o desabamento de parte da cobertura do barracão, que cedeu durante o vendaval. Chovia bastante no momento em que o fogo começou a se propagar, às 20h30.

Ainda assim, foram necessários quatro caminhões de água para evitar que uma quantidade ainda maior de estofados e matérias primas se perdesse completamente.

Os prejuízos estão sendo calculados. Várias cargas que estavam prontas para a entrega, nesta semana, foram totalmente destruídas.

A Prefeitura da cidade auxiliou com maquinário e mão de obra para conter as chamas. Funcionários e moradores também se uniram em um mutirão de apoio. O incêndio só foi totalmente controlado perto da meia noite.

Esta é a segunda vez, em pouco menos de 11 meses, que a Requinte enfrenta prejuízos causados pelo fogo. No dia 27 de novembro de 2020, toda a estrutura da empresa, que ficava em outro local, virou cinza e os empresários resolveram partir do zero para não encerrar as atividades.

A saída foi dividir a produção em três prédios, todos em endereços diferentes. O que pegou fogo neste sábado é o da avenida Brasil, em um pequeno trecho sem asfalto, na saída para Umuarama.

A marca Requinte está há mais de 32 anos no mercado e gera dezenas de empregos diretos.

Vídeo do momento do incêndio:

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