Equipes do Samu e da Guarda Municipal atenderam a ocorrência na Avenida Rio Grande do Norte, em Umuarama, na noite de sexta-feira (4) (Danilo Martins/OBemdito)
Uma mulher foi agredida pelo companheiro na noite desta sexta-feira (4), na Avenida Rio Grande do Norte, em Umuarama. A vítima foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) após ser encontrada caída ao chão.
Segundo a Polícia Militar, a equipe foi acionada por volta das 20h para atender a uma denúncia de violência doméstica. Ao chegar ao local, os agentes encontraram a vítima já recebendo os primeiros socorros do Samu e a Guarda Municipal em atendimento à ocorrência.
O autor da agressão, um homem cuja identidade não foi divulgada, recebeu voz de prisão no local e foi encaminhado à 7ª Subdivisão Policial (SDP) para os procedimentos legais. A mulher foi levada ao hospital com ferimentos causados por agressão física. O estado de saúde dela não foi informado.
A violência contra a mulher no Brasil é um problema grave e persistente, com raízes profundas na cultura machista e na desigualdade de gênero.
Dados alarmantes mostram que, a cada hora, pelo menos 536 mulheres sofrem agressão física no país, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
O feminicídio, crime motivado pelo gênero, também segue em níveis preocupantes: em média, uma mulher é assassinada a cada sete horas no Brasil, muitas vezes por parceiros ou ex-parceiros.
A Lei Maria da Penha, criada em 2006, foi um marco no combate à violência doméstica, aumentando a punição para agressores e ampliando as medidas protetivas.
No entanto, a aplicação da lei ainda enfrenta desafios, como a falta de estrutura nas delegacias especializadas e a subnotificação de casos, muitas vezes por medo ou dependência emocional e econômica das vítimas.
Além da violência física, mulheres também são vítimas de abuso psicológico, controle coercitivo e assédio, formas de violência que deixam marcas profundas e muitas vezes são minimizadas pela sociedade.
O ciclo de violência, que inclui fases de tensão, agressão e reconciliação, dificulta a ruptura dessas relações abusivas.
Campanhas como “Sinal Vermelho”, que permite denúncias discretas em farmácias, e o aumento do número de canais de denúncia, como o Ligue 180, são avanços importantes, mas ainda insuficientes diante da magnitude do problema.
A educação em gênero, a conscientização masculina e a efetivação de políticas públicas integradas são caminhos necessários para mudar essa realidade, que ceifa vidas e perpetua desigualdades.
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